Lula diz que precisa derrotar fascismo para 'civilidade voltar à política'
Em ato de campanha em Belo Horizonte com aliados locais, o presidente Lula afirmou que é preciso derrotar o fascismo para resgatar a civilidade na política e prometeu uma revolução na educação. O petista criticou a herança econômica deixada por Jair Bolsonaro, afirmando ter recebido o país destruído em 2023, assim como ocorrera em 2003. Em reta final antes do primeiro turno, Lula encerra sua agenda eleitoral neste sábado com uma caminhada na Avenida Paulista, em São Paulo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta sexta-feira, 2, durante uma caminhada em Belo Horizonte (MG), que vai derrotar o "fascismo" para devolver à política a "civilidade". O presidente também disse estar predestinado a fazer "maior revolução na educação da história".
O presidente disse ainda que teve que arrumar a economia quando assumiu a presidência em 2003 e que, ao retornar para a Presidência em 2023, teve que "pegar um País destruído" pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Lula está na carreata, que é seu penúltimo ato de campanha antes do primeiro turno da eleição, ao lado do deputado federal Patrus Ananias (PT), que concorre ao governo mineiro, e das candidatas apoiadas por ele ao Senado: a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT) e a ex-deputada federal Áurea Carolina (PSOL).
Lula encerrará a campanha antes do primeiro turno com uma caminhada na Avenida Paulista, às 10 horas deste sábado, 3.
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.