Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Política

Publicidade

Lula chama Trump de 'amigo' e diz que o alertou para não interferir nas eleições do Brasil

16 set 2026 - 14h33
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Em encontro com pastores evangélicos, o presidente Lula revelou ter alertado Donald Trump, a quem chamou de amigo, para não interferir nas eleições do Brasil nem desacreditar as urnas eletrônicas, cuja segurança defendeu com base em seus próprios mandatos. Na ocasião, o petista também reforçou a soberania nacional e criticou o oportunismo político em torno da população de baixa renda, que costuma ser lembrada apenas durante o período eleitoral e esquecida logo em seguida.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de "amigo" e disse que o alertou para que não tente fazer nenhuma interferência durante as eleições brasileiras.

A fala se deu durante encontro do presidente com pastores evangélicos de diversas igrejas brasileiras e de outros países. Lula disse que "daqui a 19 dias esse País vai decidir que tipo de regime ele quer" e "que tipo de governo ele quer".

"O povo brasileiro é soberano. Eu já disse inclusive ao meu amigo Trump, não se meta nas eleições brasileiras, que esse é um problema do povo brasileiro. E não duvide das urnas brasileiras. A prova mais contundente que eu tenho de que a urna brasileira é a mais séria do mundo é que se ela pudesse roubar, o Lula não seria presidente da República três vezes", afirmou o presidente.

Lula disse que "o pobre não é levado a sério" e "não é respeitado". Afirmou que "só tem um dia que o pobre tem muito valor, o dia da eleição".

"Depois da eleição, o pobre volta a ser pobre. Você não vê ninguém falando mal de pobre no dia da eleição. A pessoa fala mal de banqueiro, fala mal de empresário, fala mal de todo mundo. Mas de pobre não fala. Mas depois da eleição, volta a almoçar com o banqueiro, jantar com o empresário. E o pobre quer esquecimento outra vez. O dia que o povo pobre tiver consciência e começar a votar nas pessoas do mundo dele, possivelmente a gente faça como aconteceu na África do Sul", declarou.

Estadão
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra