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Política

Flávio Bolsonaro diz que 'não existe anistia meia-bomba'

Motta se reunirá com deputados nesta quarta-feira, 17, para debater projeto de anistia pelo 8 de Janeiro

16 set 2025 - 18h14
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a defender nesta terça-feira, 16, anistia "ampla, geral, irrestrita e imediata" aos condenados pelo 8 de Janeiro. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado na última semana a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista.

"Não existe anistia meia-bomba! Só aceitaremos anistia ampla, geral, irrestrita e imediata! Anistia já", publicou Flávio no X (antigo Twitter) ao comentar a possível votação de um texto alternativo. "Anistia ampla, geral e irrestrita", reforçou o senador em outra publicação.

De acordo com o líder da Oposição na Câmara dos Deputados, Luciano Zucco (PL-RS), há um acordo com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), para pautar nesta quarta-feira, 17, o requerimento de urgência da anistia.

Flávio Bolsonaro volta a defender anistia ampla, geral e irrestrita
Flávio Bolsonaro volta a defender anistia ampla, geral e irrestrita
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

Esta não é a primeira vez que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro se manifesta favorável a uma proposta de perdão mais abrangente. No início de setembro, ao Estadão/Broadcast, Flávio já havia declarado que não aceitaria "uma anistia meia-bomba". "Não tem outra alternativa a não ser uma anistia ampla, geral e irrestrita", disse o senador.

Mais cedo, Hugo Motta afirmou que convocou uma nova reunião de líderes para esta quarta-feira, 17, com o objetivo de deliberar sobre a possibilidade de votação em regime de urgência de um novo texto sobre a anistia.

"Amanhã convoquei nova reunião de líderes para deliberar sobre a urgência dos projetos que tratam do acontecido em 8 de janeiro de 2023", escreveu o presidente da Câmara no X.

Em abril, a oposição apresentou um pedido para acelerar a tramitação do projeto que concede anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro. Para isso ocorrer, é necessário o apoio de ao menos 257 deputados.

O tema voltou a ganhar força após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados do "núcleo crucial" pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente da Câmara já sinalizou anteriormente que deve pautar uma nova versão do texto.

Estadão
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