E agora, Lula? Estadão recebe especialistas para discutir como será o próximo governo
Lives ao longo desta segunda-feira vão discutir economia, saúde, educação, segurança pública, relações institucionais, entre outros pontos-chave para o futuro do País
Após ser reeleito para o quarto mandato, Lula enfrentará grandes desafios, como a dívida pública, a crise no STF e um Congresso de oposição. Para analisar esse cenário, o Estadão promove uma série de transmissões ao vivo nesta segunda-feira com diversos especialistas. Os debates abordam tópicos cruciais para a nova gestão, incluindo mercado financeiro, economia, articulação política, segurança pública, educação, saúde, relações internacionais e a formação da futura equipe ministerial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reeleito neste domingo, 25, enfrentará um quarto mandato repleto de desafios, da trajetória da dívida pública à crise do Supremo Tribunal Federal (STF), além de um Congresso dominado pela oposição.
Para entender melhor o futuro que se desenha para o País, o Estadão receberá, ao longo desta segunda-feira, 26, especialistas para discutir os principais pontos-chave do novo governo.
Entre os especialistas que participarão das lives ao longo desta segunda-feira estão os economistas Marcos Lisboa, sócio-diretor da Gibraltar Consulting, e Rai Chicoli, estrategista-chefe da Monte Bravo, para falar sobre as finanças do quarto mandato de Lula.
O capitão veterano do Bope Rodrigo Pimentel, autor do livro Tropa de Elite, discutirá segurança pública; a presidente executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, falará sobre educação; e o médico sanitarista e professor da FGV, Walter Cintra Ferreira será o especialista de saúde que participará da conversa sobre os desafios da próxima administração Lula na área.
O historiador Filipe Figueiredo, colunista do Estadão, discutirá as relações internacionais do País, e figuras do mundo político marcarão presença para conversar sobre relações institucionais e a construção da equipe de Lula para seu quarto mandato.
Confira os temas da programação:
A live desta segunda-feira começa às 10h, com uma discussão sobre o mercado financeiro e como o mundo das finanças deve se movimentar após a eleição de Lula.
Às 11h, o debate será sobe os rumos da economia no novo mandato do presidente. Lula terá de se equilibrar entre a necessidade de estabilizar a dívida pública do País, em 82,9% do PIB, e ao mesmo tempo cumprir as promessas feitas na reta final da campanha.
A relação do Palácio do Planalto com o Congresso será o tema da conversa das 12h, que vai abordar as possíveis estratégias do governo para trabalhar com a eleição de uma forte bancada bolsonarista no Senado e na Câmara dos Deputados.
A partir das 13h, as discussões se voltam para temas mais ligados ao dia a dia do cidadão, começando com o futuro da segurança pública no País. Lula já sinalizou o desejo de dar mais controle ao governo federal sobre o combate ao crime no País, e tem mencionado a criação do Ministério da Segurança Pública, promessa que já havia feito na eleição de 2022, mas não cumpriu.
Às 14h, o tema será educação. Durante a campanha, o presidente prometeu universalizar escolas de tempo integral até o ensino médio, universalizar o Pé-de-Meia para o ensino médio e criar o Pé-de-Meia para universitários.
Saúde é o tópico das 15h. Entre as promessas de Lula estão continuar os investimentos no SUS, levar o Brasil a ter o maior porcentual de tratamento de câncer no mundo e implementar o Hospital Inteligente, projeto da médica cardiologista Ludhmila Hajjar.
Para as 16h, o foco estará na relação do governo com o Judiciário, sob a sombra da crise no STF. Desdobramentos do caso Master devem aumentar a pressão por uma reforma e pelo impeachment de ministros.
Às 17h, a live foca nas relações internacionais do País. O desafio do presidente envolve manter a autonomia do Brasil diante de potências como Estados Unidos e China, que projetam sua influência na América Latina
Para encerrar o ciclo de conversas, às 18h, o Estadão receberá especialistas para discutir a construção do novo governo Lula e a escolha dos ministros que devem compor sua equipe no quarto mandato.
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