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Governo espera reversão de desidratação da reforma da Previdência no plenário do Senado, diz Marinho

5 set 2019
14h05
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O governo espera que mudanças aprovadas à reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado que implicaram redução da economia possam ser revertidas no plenário da Casa, afirmou o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, nesta quinta-feira.

Secretário Rogerio Marinho
02/04/2019
REUTERS/Adriano Machado
Secretário Rogerio Marinho 02/04/2019 REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

"Esperamos que no plenário possamos reverter algumas ou todas desidratações que ocorreram na CCJ", afirmou Marinho a jornalistas. "Acreditamos que era importante ter sido mantido impacto fiscal conseguido na Câmara Federal."

O texto da reforma aprovado pela CCJ na quarta-feira suprimiu trechos que tratavam de benefícios assistenciais, critérios para a aposentadoria especial e permissão para que pensão por morte tivesse valor abaixo do salário mínimo. Outras alterações ao texto foram incorporadas em uma segunda Proposta de Emenda à Constituição, a chamada PEC paralela. [nL2N25V1U6]

Marinho disse, ainda, que o calendário de tramitação da reforma poderá ser encurtado, uma vez que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que o texto pode ser votado no plenário em primeiro turno na próxima quarta-feira, dia 11. O calendário aprovado por líderes partidários previa votação no dia 24 de setembro.

Nesta quinta, Alcolumbre ressaltou que ainda precisa conseguir um acordo com os senadores para que a votação ocorra na próxima semana.

"Conversei com alguns senadores ontem, vou tentar compatibilizar com eles para a gente tentar votar na semana que vem para votar em primeiro turno", disse a jornalistas, acrescentando que a PEC já foi bastante debatida.

"Se não tiver consenso mesmo, eu vou seguir a regra para deixar para a outra semana", concluiu.

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