Estudante de 13 anos passa mal após suposta ingestão de álcool em escola no RS
Jovem bateu a cabeça durante queda; inspeção em mochilas encontrou recipientes com odor etílico e cigarro eletrônico
Uma estudante de 13 anos passou mal, desmaiou e bateu a cabeça após suposta ingestão de álcool em uma escola de Passo Fundo (RS). Ela alegou ter bebido água de uma colega, mas a direção encontrou nas mochilas das alunas garrafas com odor de bebida alcoólica, um líquido esbranquiçado não identificado e um cigarro eletrônico. Diante do quadro de desorientação da jovem, o socorro médico foi acionado, e o caso foi encaminhado à Brigada Militar e ao Conselho Tutelar para notificar os responsáveis.
Uma estudante de aproximadamente 13 anos causou apreensão entre pais e funcionários de uma instituição de ensino no bairro Cohab II, em Passo Fundo, na tarde de quinta-feira (22). A jovem sofreu um mal-estar repentino, caiu no interior do prédio escolar e bateu a cabeça, demandando socorro médico emergencial.
Durante os primeiros atendimentos, o profissional de saúde responsável notou alterações de comportamento e sinais de desorientação na adolescente. Testemunhas relataram que a aluna havia ingerido o conteúdo de uma garrafa retirada de sua própria mochila. Ao ser indagada, a jovem alegou ter ingerido apenas água disponibilizada por uma colega de classe.
Apreensão de substâncias e acionamento de órgãos
Diante do quadro clínico suspeito, a equipe diretiva do educandário procedeu à verificação das mochilas das alunas envolvidas. Na inspeção, foram localizados:
Duas garrafas exalando forte odor característico de bebida alcoólica (uma vazia e outra parcialmente cheia);
Um recipiente contendo um líquido esbranquiçado não identificado, com suspeita de adulteração ou mistura química;
Um dispositivo eletrônico para fumar (vape);
Um aparelho celular.
A direção da escola requisitou a presença da Brigada Militar e acionou o Conselho Tutelar para acompanhar a ocorrência e notificar os responsáveis legais pelas alunas. O episódio acendeu o alerta na comunidade escolar para a circulação de substâncias proibidas e artefatos restritos no ambiente pedagógico.
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