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Preso segundo envolvido em triplo homicídio na praia de Magistério, em Balneário Pinhal

Homem de 32 anos, suspeito de ser um dos atiradores no triplo homicídio, é preso temporariamente em Alvorada, na região Metropolitana; sua esposa também é detida por associação ao tráfico

20 fev 2024 - 11h31
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Na segunda-feira, foi preso temporariamente o segundo suspeito envolvido no triplo homicídio ocorrido na praia de Magistério, em Balneário Pinhal. O homem, de 32 anos, apontado como um dos atiradores, foi localizado em uma residência no bairro Aparecida, em Alvorada, na região Metropolitana.

Foto: Freepik / Porto Alegre 24 horas

O suspeito, que já possui antecedentes por tráfico de drogas, roubo e porte ilegal de arma de fogo, foi detido após investigações que apontaram sua participação no crime. Na residência, foram encontrados 1,3 quilos de crack, balanças de precisão e invólucros para embalar entorpecentes. Sua esposa, de 24 anos, também foi presa e responderá por associação ao tráfico.

O primeiro suspeito, um homem de 23 anos, foi preso no dia seguinte ao crime, também em Alvorada. Sua ficha criminal inclui registros por tráfico, roubo e ameaça. A investigação aponta que ele teria atuado como motorista na fuga dos criminosos após o atentado.

Pelo menos outros dois homens estão foragidos, e a Polícia Civil não descarta o envolvimento de mais pessoas no crime.

O triplo homicídio ocorreu em uma residência na praia de Magistério, onde um trio, saído de um veículo Gol prata, invadiu a casa e alvejou os moradores. Três pessoas foram mortas: um homem de 48 anos, com antecedentes por tráfico, receptação, dano, embriaguez, lesão corporal e porte ilegal de armas; um jovem de 24 anos, sem antecedentes; e um adolescente de 16 anos, que teria sido morto como queima de arquivo por ter testemunhado o crime.

O crime estaria relacionado a disputas internas de uma facção, envolvendo o controle da venda de drogas na região. O principal alvo seria um homem conhecido como Beleza, apontado como uma das lideranças do crime organizado na praia de Magistério, que se recusava a ceder o ponto de tráfico, conforme a investigação.

Porto Alegre 24 horas
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