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Mulher relata possível assédio durante corrida por aplicativo em Porto Alegre e afirma que motorista foi duas vezes à sua casa

Uma mulher identificada como Kamilly Demetrio relatou nas redes sociais ter vivido uma situação de medo durante uma corrida por aplicativo, por volta da meia-noite, em Porto Alegre. Segundo o relato publicado por ela, o motorista teria desviado o trajeto em direção ao bairro Restinga e parado o veículo em uma área escura, cercada por […]

26 out 2026 - 19h26
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Resumo
Uma passageira de Porto Alegre denunciou nas redes sociais um possível assédio durante corrida por aplicativo, atribuído inicialmente à 99. Ela relata que o condutor desviou a rota para uma área escura e isolada sob o falso pretexto de falta de combustível. Temendo pela segurança, a mulher registrou um boletim de ocorrência e afirmou que o motorista foi visto duas vezes em frente à sua residência após o ocorrido. O caso baseia-se no relato da vítima e será investigado pela polícia.

Uma mulher identificada como Kamilly Demetrio relatou nas redes sociais ter vivido uma situação de medo durante uma corrida por aplicativo, por volta da meia-noite, em Porto Alegre. Segundo o relato publicado por ela, o motorista teria desviado o trajeto em direção ao bairro Restinga e parado o veículo em uma área escura, cercada por mato, alegando estar sem gasolina. A passageira afirma que suspeitou da justificativa e temeu pela própria segurança.

De acordo com Kamilly, ela percebeu que o caminho escolhido pelo motorista era diferente daquele que conhecia. Ao parar em um local isolado, o condutor teria informado que o carro estava sem combustível. A mulher, porém, afirma que observou o painel do veículo e não identificou sinais de falta de gasolina.

Em suas publicações, ela descreveu o episódio como assustador e disse que se sentiu vulnerável por estar em um lugar escuro, cercado por vegetação e sem uma rota segura para sair da situação.

Mulher registrou boletim de ocorrência

Após o episódio, Kamilly informou que procurou uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência e formalizar o relato. Ela também afirmou que o motorista passou em frente à sua residência em duas ocasiões posteriores.

Segundo a mulher, em uma dessas situações, ela estava em casa e preferiu não atender nem manter contato com o condutor. A circunstância aumentou a sensação de insegurança relatada por ela.

Kamilly disse que decidiu tornar o caso público para registrar o que aconteceu e alertar outras mulheres. Nas redes sociais, pediu que os relatos fossem compartilhados e ressaltou que sua decisão de procurar as autoridades não tem como objetivo promover exposição ou vingança, mas buscar segurança e providências diante do episódio.

Relato menciona aplicativo 99

Embora a publicação mencione o aplicativo 99, as circunstâncias da corrida e a identificação do serviço precisam ser confirmadas de forma independente. Até o momento, as informações apresentadas nesta reportagem têm como base o relato divulgado pela própria mulher nas redes sociais.

Kamilly também publicou a placa do veículo nas redes. A informação não foi confirmada de maneira independente, e não há, neste relato, esclarecimento sobre eventual manifestação do motorista ou da empresa responsável pelo aplicativo.

O caso será investigado

Porto Alegre 24 horas
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