Mulher com medida protetiva é morta em Santa Maria; ex-companheiro é procurado
Uma mulher de 37 anos foi morta a golpes de arma branca na tarde desta quinta-feira (5), no bairro Nova Santa Marta, em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. A vítima foi identificada como Graziele de Oliveira. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio, e o principal suspeito é o […]
Graziele de Oliveira, de 37 anos, foi morta a golpes de arma branca nesta quinta-feira em Santa Maria (RS). O principal suspeito do feminicídio é seu ex-companheiro, Robson Rodrigues Adorno, de 43 anos, que está foragido após o crime por não aceitar o fim do relacionamento. A vítima já possuía uma medida protetiva de urgência contra o agressor, que já havia descumprido a ordem judicial anteriormente e possuía histórico de ameaças e agressões relatado por familiares. A polícia realiza buscas.
Uma mulher de 37 anos foi morta a golpes de arma branca na tarde desta quinta-feira (5), no bairro Nova Santa Marta, em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. A vítima foi identificada como Graziele de Oliveira. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio, e o principal suspeito é o ex-companheiro dela, Robson Rodrigues Adorno, de 43 anos, que fugiu após o crime.
De acordo com a Brigada Militar, os policiais foram acionados por volta das 14h30 e encontraram a vítima já sem vida. Conforme a investigação, há suspeita de que o crime tenha sido cometido com uma faca de grande porte ou um facão. A bainha da possível arma foi localizada no local. O Instituto-Geral de Perícias (IGP) e a Polícia Civil realizaram os levantamentos necessários.
Segundo a delegada Elizabete Shimomura, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), Graziele havia obtido uma medida protetiva de urgência em 25 de outubro. O suspeito foi intimado no dia seguinte. Três dias depois, houve o registro de um descumprimento da determinação judicial, ocasião em que a Brigada Militar foi acionada. Familiares também relataram à polícia um histórico de agressões e ameaças atribuídas ao homem, que não estaria aceitando o fim do relacionamento.
Após o assassinato, as forças de segurança realizaram buscas para localizar Adorno, mas ele não havia sido encontrado até a última atualização da reportagem. O caso é tratado como feminicídio pela Polícia Civil. Se a motivação for confirmada, este será o 69º crime desse tipo registrado no Rio Grande do Sul em 2026.
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