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MPRS denuncia grupo de mulheres suspeito de furtos e roubos em supermercado de Rio Grande

Investigação aponta atuação conjunta durante meses e participação de adolescente em um dos crimes

11 ago 2026 - 08h53
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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou um grupo de mulheres investigado por envolvimento em furtos e roubos contra estabelecimentos comerciais de Rio Grande, no Sul do Estado. As denúncias foram apresentadas na primeira semana de agosto e recebidas pela Justiça.

Foto: Magnific / Porto Alegre 24 horas

Na primeira ação, cinco mulheres foram denunciadas. Segundo o MPRS, quatro delas participaram da subtração de produtos alimentícios em um supermercado no Balneário Cassino. Após serem abordadas por funcionários, elas teriam utilizado ameaças e agressões para manter os produtos e facilitar a fuga. Uma adolescente também teria participado da ação.

As quatro mulheres respondem por roubo impróprio, corrupção de menor e associação criminosa. A quinta denunciada não teria participado desse episódio, mas é acusada de integrar o grupo criminoso.

De acordo com a investigação, o grupo teria cometido crimes contra diferentes estabelecimentos comerciais de Rio Grande ao longo de vários meses. Uma das integrantes é apontada como responsável por coordenar as ações das demais mulheres.

A segunda denúncia envolve três mulheres que também fazem parte do grupo. Elas são acusadas de roubo impróprio tentado após uma tentativa de subtração de carne e outros produtos alimentícios em um estabelecimento no bairro Parque.

Conforme a investigação, as suspeitas teriam sido abordadas por funcionários durante a ação e reagido com agressões físicas para tentar manter a posse das mercadorias. Os produtos foram recuperados antes que o crime fosse consumado.

O roubo impróprio ocorre quando a subtração começa sem violência, mas o autor utiliza violência ou grave ameaça posteriormente para garantir a posse do bem ou facilitar a fuga.

As duas denúncias foram apresentadas pelo promotor de Justiça Fernando Gonzalez Tavares. Segundo o MPRS, as prisões preventivas das denunciadas foram mantidas pela Justiça.

Outros inquéritos relacionados aos crimes continuam em andamento. Dois procedimentos aguardam definição sobre a competência para investigação e os demais dependem de encaminhamento pelas autoridades policiais.

Porto Alegre 24 horas
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