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Cidades

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Mãe é presa suspeita de jogar álcool e atear fogo na própria filha de 12 anos em Rio Grande

Adolescente teria sido atingida após a mãe jogar álcool e atear fogo

25 set 2026 - 09h49
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Resumo
Uma mulher de 29 anos foi presa em flagrante em Rio Grande (RS) suspeita de jogar álcool e atear fogo na própria filha, de 12 anos, que está hospitalizada em estado grave. O crime, presenciado por outros três filhos da agressora, teria sido motivado por uma discussão sobre o troco de uma compra. Inicialmente autuada por lesão corporal em contexto de violência doméstica, a mãe agora é investigada pela Polícia Civil por tentativa de homicídio, enquanto o Conselho Tutelar acolheu as crianças.

Uma menina de 12 anos sofreu queimaduras graves em diferentes partes do corpo e precisou ser hospitalizada após um episódio ocorrido dentro de uma residência no bairro Profilurb I, em Rio Grande, na Região Sul do Estado. A mãe da adolescente, de 29 anos, foi presa em flagrante e é investigada pela Polícia Civil pela suspeita de ter provocado as lesões.

Foto: Magnific / Porto Alegre 24 horas

Segundo as informações reunidas pela investigação, a adolescente teria relatado a profissionais de saúde que a mãe jogou álcool sobre seu corpo e, em seguida, ateou fogo. O relato chegou ao conhecimento da polícia durante o atendimento médico e levou à prisão da mulher.

Inicialmente, a suspeita foi autuada por lesão corporal no contexto de violência doméstica e familiar. Com o avanço das primeiras diligências, porém, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rio Grande passou a tratar o caso como uma possível tentativa de homicídio.

A polícia também apura o que teria provocado a agressão. Uma discussão relacionada ao troco recebido pela menina após uma compra teria acontecido antes do episódio. A circunstância ainda é investigada e não foi apontada como conclusão definitiva pela polícia.

A agressão teria acontecido na presença de três irmãos da vítima, de 7, 8 e 10 anos. O Conselho Tutelar foi acionado e acompanha a situação das crianças.

Por causa da gravidade dos ferimentos, a menina permanece internada e ainda não teria condições clínicas de prestar depoimento formal aos investigadores. A Polícia Civil segue reunindo provas e ouvindo testemunhas para esclarecer a dinâmica do caso e a responsabilidade da suspeita.

Porto Alegre 24 horas
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