Brasil não aceita medidas arbitrárias do exterior como pretexto para atacar soberania e economia, diz governo
O governo brasileiro afirmou nesta sexta-feira, em nota oficial, que não aceitará "o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a soberania e a economia" do país, ao criticar o anúncio do governo dos Estados Unidos de que irá declarar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
O governo destacou que rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos e ressaltou que o Brasil é uma nação soberana, engajada em um combate permanente contra organizações criminosas como o PCC, o CV e outras facções e milícias.
Segundo o governo brasileiro, medidas unilaterais e não negociadas podem enfraquecer o combate ao crime, além de gerar ações que colocariam em risco a vida de pessoas que não têm relação com atividades criminosas. O governo também avaliou que a decisão dos EUA representa um possível retrocesso no enfrentamento ao crime, com riscos à segurança e potenciais prejuízos econômicos ao Brasil.
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