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Mulher trans preta: relembre a trajetória de Liniker até a Parada

Pantene trouxe para a Parada do Orgulho LGBT+ apresentações que mostraram a importância da expressão individual da beleza

20 jun 2022 14h43
| atualizado em 23/6/2022 às 11h42
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Foto: Gabriela Batista/I Hate Flash

Soul, R&B, jazz e funk. Foi assim que Pantene celebrou com o público da 26ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, no domingo, 19 de junho. Com as apresentações de Liniker e MC Rebecca no trio do Terra, Pantene levantou a Avenida Paulista presenteando a comunidade LGBT+ com artistas que representam narrativas poderosas no cenário musical, falando de autoestima, diversidade, política e incentivando que todos tenham orgulho de sua beleza, gênero e identidade.

Os valores de autoafirmação e a celebração da diversidade estão no DNA de Pantene, que encoraja a expressão individual de forma genuína, defendendo todos os tipos de beleza, cabelos e expressões. 

Especialmente quando falamos da comunidade LGBTQIAP+, o cabelo é parte essencial da jornada de reconhecer a própria beleza e afirmar seu estilo, fugindo de padrões e preconceitos. Pantene, a marca número um em condicionadores no mundo, tem como missão proporcionar mais dias de cabelo lindo, incentivando o orgulho dos cachos e das heranças culturais únicas. 

Neste contexto, a escolha das artistas para sua participação na Parada não poderia ser melhor. Embaixadora de Pantene há um ano e conhecida por suas letras catárticas e voz marcante, Liniker começou sua carreira com a banda paulista Liniker & Os Caramelows, com o lançamento de dois discos e uma indicação ao Grammy. Já em carreira solo, a cantora lançou seu primeiro disco, "Indigo Borboleta Anil", e agora divulga o single "Vida", em parceria com o compositor Marcos Valle. As letras falam de sua experiência como mulher trans preta e da dificuldade de experimentar afeto e cuidar da autoestima em meio a uma sociedade repleta de preconceito e opressão. Um misto de soul, R&B e jazz, a sonoridade da artista celebra a diversidade e o direito de existir sem esconder sua individualidade.

Foto: Gabriela Batista/I Hate Flash

MC Rebecca começou na carreira artística como passista na quadra da Salgueiro e decidiu seguir o caminho do funk quando teve a oportunidade de gravar a música "Cai de Boca", de Ludmilla. A artista logo emplacou o hit nos bailes do Rio de Janeiro, e o clipe da música hoje acumula mais de 11 milhões de visualizações. 

Um dos pontos altos de sua carreira foi a apresentação no tradicional Baile da Gaiola, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, onde comandou uma plateia gigante e ganhou respaldo para entrar nas paradas do Brasil. A MC aposta em letras sobre expressão e liberdade sexual, quebrando tabus ao mostrar que mulheres têm direito ao prazer e que não precisam de validação masculina para terem uma vida completa. 

O Empoderamento genuíno passa por transmitir os valores da livre expressão e individualidade, libertando cada um de padrões pré-estabelecidos, independente de gênero, sexualidade e outros. Encorajar a verdade de cada pessoa, abraçar a equidade e a inclusão, apoiando a comunidade LGBTQIAP+, foi o que vimos na mensagem de Pantene na maior Parada do mundo. 

Fonte: FF Este conteúdo é de propriedade intelectual do Terra e fica proibido o uso sem prévia autorização. Todos os direitos reservados.
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