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INFÂNCIA
Brincadeira de criança deve ser levada a sério
Terça, 26 de junho de 2001, 01h28

Na vida das crianças a principal atividade é o jogo: através dele a criança aprende a viver e ensaia a forma de desempenhar seu papel no mundo. Diante disso, desenvolve o equilíbrio e controla e coordena os sentidos. Ela explora o mundo material, resolve seus problemas emocionais e começa a controlar seus sentimentos primários.

Através do jogo, ela se transforma em um ser social: aprende a ocupar um lugar em sua família e na comunidade a que pertence. O jogo é um instrumento para a adaptação social.

A necessidade de crescer e de dominar ambiente é tão forte para a criança que ela coloca no jogo todo seu empenho, energia e vitalidade. Por isso na infância se aprende mais e com mais rapidez que em qualquer outro período da vida. O jogo é o recurso que, inconscientemente, se emprega nesse processo.

É preciso estímulos - Os adultos, como responsáveis diretos pelas crianças, têm que estimular e proporcionar as melhores condições para seus jogos: espaços e tempos adequados, material e alguém com quem a criança possa jogar.

Atitudes e ações fundamentais na adaptação ao meio, como a curiosidade e a experimentação, a posse e utilização de objetos e, inclusive, a superação da agressividade e da frustração encontram no jogo um campo privilegiado para seu desenvolvimento e educação.

As relações sociais que se estabelecem em torno do jogo, não só com outras crianças mas também com os adultos, os ajudam a estabelecer limites, canalizar sentimentos e tornam palpáveis os estímulos e apoios recebidos.

Redação Terra



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