Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Jogamos: Acornia: Mirror Worlds encontra beleza no contraste entre dois mundos

A pequena Alva conquista seu espaço entre receitas, realidades e criaturas

18 set 2026 - 09h57
Compartilhar
Exibir comentários
Jogamos: Acornia: Mirror Worlds encontra beleza no contraste entre dois mundos
Jogamos: Acornia: Mirror Worlds encontra beleza no contraste entre dois mundos
Foto: Reprodução / The Arcade Crew

Uma das grandes novidades da Gamescom Cologne deste ano foi o cativante Acornia: Mirror Worlds, desenvolvido pela Splashteam e publicado pela The Arcade Crew. Nele, conhecemos Alva, uma esquila encarregada da confeitaria de sua pequena vila, conhecida como Acornia, que fica localizada em uma árvore. Porém, quando decide passar um tempo fora da vila, ela descobre que o local sofreu mudanças por conta de Duramen, uma dimensão espelho da própria Acornia.

Com essa dimensão dando as caras, Alva, que já tinha a responsabilidade de cuidar da vila com suas artes na cozinha e reabrir o negócio que um dia pertenceu aos seus pais, também acaba sendo a única capaz de trocar de dimensão quando quiser. Além disso, precisa deter os espíritos que estão fazendo muitos dos habitantes daquela pequena cidade em uma árvore desaparecerem, enquanto ainda tem que se preocupar em alimentar moradores que mal sabem o que está acontecendo.

Com o teste em mãos, pude conferir melhor aquilo que já havia notado na Gamescom e que me chamou muita atenção, justamente o estilo artístico de Acornia. O jogo adota um visual meio retrô, principalmente no visual da Alva, que parece ter saído de um desenho dos anos 60, mas coloca o restante daquele mundo em 3D. O contraste entre esses estilos acaba deixando o visual do jogo bastante bonito.

Durante o tempo em que tive jogando, também deu para notar que Acornia possui uma narrativa bastante interessante. Mesmo que os personagens não tenham nenhum tipo de voz, interagir com eles é sempre legal, principalmente por conta do visual que possuem. Afinal, são criaturas que vivem em uma árvore, com direito a personagens que são um tronco com um machado na cabeça, uma noz que cozinha e várias toupeiras que vivem por ali. As missões que pude fazer também foram divertidas de realizar, mesmo que a maioria tenha acabado funcionando como um tutorial para as mecânicas recorrentes que o título possui.

A mecânica de trocar de realidade a qualquer momento também dá um contraste bastante interessante para o título. Na realidade que podemos considerar como a normal, o jogo passa aquele ar de uma experiência cozy, mas, ao trocar para a versão deturpada daquele mundo, ele se transforma mais em um jogo de ação e aventura. Realizar a troca é bem simples e rápida, mas dá para notar que, com o tempo, pode acabar ficando enjoativo ver a mesma animação sempre que fazemos isso, já que ela aparece em todas essas ocasiões.

Foto: Reprodução / The Arcade Crew

Uma coisa do combate que é impossível não comparar com Kirby é que Alva pode sugar certos objetos espalhados pelo cenário para usá-los como armas. O que for engolido por ela, dependendo da forma, possui diferentes tipos de golpes. Por exemplo, ao engolir parte de um tronco, ela realiza uma animação que parece uma metralhadora, enquanto, com objetos maiores, apenas os solta como se fossem uma bomba.

O combate, no geral, é bastante agradável, pois remete um pouco aos bullet heavens, mas sem todo aquele exagero na tela. Além disso, é bem fácil lutar contra os inimigos por conta da mira automática. Meu único porém foi a falta de variedade nos adversários, já que os que enfrentei eram poucos e tinham um visual bastante parecido entre si.

Foto: Reprodução / The Arcade Crew

Quando não estamos trocando de realidade para enfrentar criaturas, o restante do jogo se torna uma experiência bem relaxante. Nossos afazeres giram em torno de cuidar do próprio negócio, construindo os móveis e mobiliando o espaço do jeito que acharmos melhor, além de colocar os itens em estoque e cuidar do caixa durante esse tempo livre, longe dos perigos que estão à espreita e podem aparecer a qualquer momento.

Por ter sido uma prévia de um jogo que será lançado apenas no ano que vem, o saldo geral foi bastante positivo. Existe a questão da pouca variedade de inimigos dentro do que pude jogar, mas é algo que facilmente pode ser resolvido até o lançamento. Também me surpreendi bastante ao perceber que o título já está bem otimizado e conta com um conteúdo bastante robusto, a ponto de até poder ser lançado em acesso antecipado da forma como se encontra atualmente.

Acornia: Mirror Worlds chega em 2027 para PC, PlayStation 5, Switch 2 e Xbox Series. 

Fonte: Game On
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra