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Vôlei

De saída do Molico/Osasco, italiana quer levar aprendizado para seleção

16 mai 2014 - 10h35
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Depois de sua primeira passagem pelo vôlei brasileiro, a italiana Caterina Bosetti não seguirá no Molico/Osasco para a próxima temporada. A diretoria não renovou o contrato da atleta e busca novas opções no mercado para preencher a posição.

Aos 20 anos, Bosetti não teve uma temporada fácil. Aposta da comissão técnica do Molico/Osasco, ao lado da sérvia Sanja Malagurski, ela viveu as alegrias de uma invencibilidade que durou 28 jogos, recorde da Superliga, mas teve de lidar com a eliminação precoce na semifinal do torneio e uma forte cobrança por boas exibições.

– Sinceramente, vim para o Brasil buscando ajudar o Molico/Osasco e a melhorar e evoluir como jogadora. Só saberei em que pontos melhores quando voltar para a Itália e jogar pela minha seleção. Somente atuando com as jogadoras de lá poderei comparar e saber se mudei minha forma de jogar e se melhorei em quadra – disse Bosetti.

Mesmo com as dificuldades, a jovem jogadora deixa o Brasil com a vontade de levar os aprendizados adquiridos com o técnico Luizomar de Moura para a seleção de seu país.

– Pretendo levar como aprendizado um pouco de tudo que vivenciei no país. Tudo que aprendo eu carrego sempre comigo para a sequência da minha vida e carreira – disse a ponteira, que admitiu ter estranhado o trânsito intenso de São Paulo em sua estadia no Brasil.

Irmã da também ponteira Lucia Bosetti, Caterina entrou no mundo do vôlei com um forte incentivo da família. Ela é filha de Giuseppe Bosetti, ex-treinador da Itália, e da ex-jogadora Franca Bardelli. Porém, garante que não foi forçada a praticar o esporte.

– Eles são referências para mim, mas escolhi o vôlei porque é o que eu amo fazer. É a minha paixão.

Fonte: Lancepress! Lancepress!
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