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Juninho Pernambucano confirma negociação com o Vasco

18 abr 2011 - 12h03
(atualizado às 12h38)
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Com contrato terminando no Catar, o meia Juninho Pernambucano está prestes a retornar ao Vasco. O jogador confirmou que há uma negociação para a volta e que irá decidir nas próximas semanas o futuro. Caso seja concretizado o acerto, o atleta só poderá estrear pelo clube em agosto.

"A verdade é que, no dia em que fui embora, prometi que um dia voltaria para jogar outra vez pelo Vasco. É por isso que os torcedores sempre me perguntam: 'volta quando?' Sei que as portas estão abertas para mim lá. Estou no fim do contrato com o Al Gharafa e recebi uma proposta do Vasco. Estamos conversando e existe uma possibilidade de eu assinar", disse.

"Infelizmente, se eu assinar agora, não serei inscrito para o começo do Campeonato Brasileiro e só vou poder jogar a partir de agosto, e somente por quatro meses. Mas vou decidir nas próximas semanas", emendou o jogador ao site oficial da Fifa.

Juninho Pernambucano ficou marcado no Vasco, além dos títulos e atuações, pelo gols de falta, principalmente o feito contra o River Plate, na semifinal da Copa Libertadores de 1998. O jogador aproveitou para falar sobre o "dom" de bater faltas.

"Talvez seja um dom. Tenho a capacidade de bater bem na bola, mas o principal é que trabalhei muito para isso. É treinando que se evolui. O meu sucesso é uma mistura de trabalho, vontade e prazer de treinar. Durante toda a minha carreira, os treinos com bola parada sempre foram muito importantes. Isso se tornou o ponto forte do meu futebol", disse.

"Continuo tendo o mesmo prazer em trabalhar e é isso o que tento mostrar aos meus companheiros mais jovens. O melhor exemplo para eles é que estou com 36 anos e continuo recebendo propostas para jogar em alto nível. O mais importante é fazer todas as coisas com coração", afirmou.

Juninho já conquistou dois Campeonatos Brasileiros, uma Copa Libertadores e sete Campeonatos Franceses, sem contar com os títulos que ganhou em outros clubes por onde passou. Porém, na carreira vitoriosa, faltou a conquista de um campeonato: a Copa do Mundo com a Seleção Brasileira.

"Tive uma bela trajetória até agora, não enfrentei problemas físicos, disputei mais de 700 partidas, ganhei mais de 20 títulos. Certo, não tive o mesmo sucesso com a Seleção, mas ainda assim participei de uma Copa do Mundo e venci uma Copa das Confederações. Mas não se pode ter tudo na vida. Prefiro olhar para a frente. Só olho para trás para aprender. E vejo que marquei a história de um clube no Brasil (Vasco) e de outro na França (Lyon). É uma satisfação enorme e talvez esta deva ser a minha história".

O meia ainda comentou sobre a dificuldade de se jogar uma competição como a Libertadores, que ganhou com o Vasco em 1988. "Os times têm o mesmo objetivo em toda parte: participar do torneio que reúne os melhores. Todo time tem vontade de disputar esse torneio".

"No Brasil, conseguir vaga na Libertadores é quase mais difícil do que depois que se participou uma vez. Para muita gente, a Liga dos Campeões é a melhor competição de clubes do mundo, mas sem os brasileiros. E na Ásia encontrei um torneio com a mesma paixão e um nível muito bom. Infelizmente não consegui ganhar na Europa com o Lyon e no ano passado também fui eliminado com o Al Gharafa, mas tive a sorte de vencer a Libertadores com o Vasco. Foi maravilhoso. São competições fantásticas com que todo jogador sonha", concluiu.

Fonte: Lancepress!
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