A pedido de Ramón Díaz, Vasco busca campo sintético para se adaptar
Após a confirmação do clássico contra o Fluminense para o Estádio Nilton Santos, o Vasco deve treinar ao menos dois dias em um gramado sintético para se adaptar às condições que vai encontrar. Esse foi um pedido, aliás, do próprio técnico Ramón Díaz.
A tendência é que a diretoria cruz-maltina tente um acordo com o Botafogo, dono do estádio, para liberar o campo anexo, que também tem este tipo de piso, ou mesmo o principal. Afinal, o Vasco vai pagar o aluguel para o uso do Nilton e ainda cederá parte dos lucros com bares e estacionamento. A julgar pelas últimas negociações, o valor total deve superar a R$ 150 mil.
Fora isso, o departamento de futebol vem procurando opções no Rio de Janeiro que tenham qualidade e características semelhantes às do Niltão. Nesta quinta, após o folgão, o elenco se reapresenta no CT Moacyr Barbosa. O duelo com o Flu é só no dia 16, sábado.
PEDIDOS DO TÉCNICO DO VASCO
Ao chegar, a comissão técnica argentina do Vasco solicitou imediatamente que um dos treinos passasse para a parte da noite, em São Januário. O objetivo, por sinal, era justamente se reacostumar com as condições do ambiente da partida seguinte, diante do Athletico.
Aliás, a equipe cruz-maltina já atuou duas vezes em grama sintética no Brasileirão. E perdeu as duas: 2 a 0 para o Botafogo e 1 a 0 para o Palmeiras, quando, ao menos, teve boa atuação e foi prejudicada pela arbitragem com um gol mal anulado.
Vasco e Fluminense medem forças pela 23a rodada da competição. No jogo do primeiro turno, empate em 1 a 1 no Maracanã. Desta vez, porém, o tradicional está em fechado para recuperação do gramado. E São Januário segue sem poder receber público por interdição judicial.
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