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Tênis: Rafael Nadal volta a treinar após lesão e confirma presença em Roland Garros

Tenista espanhol, que fará 36 anos em junho, enfrenta lesão crônica no pé esquerdo e sofre com fortes dores no local

16 mai 2022 16h02
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Rafael Nadal confirmou nesta segunda-feira, após dar um susto nos fãs em sua eliminação no Masters 1000 de Roma que voltou aos treinamentos e que vai competir em Roland Garros, a partir da semana que vem. O tenista espanhol enfrenta há anos uma lesão crônica no pé esquerdo.

"Hoje, em Manacor, na Rafa Nadal Academy. Nos vemos na quarta-feira, em Paris, em Roland Garros", disse o atual número cinco do mundo, em suas redes sociais, embaixo de uma foto em que mostra seu treino. O Grand Slam começará no dia 22, próxima segunda-feira, na capital francesa.

Nadal era dúvida no segundo grande torneio da temporada porque foi eliminado em Roma, na semana passada, em meio a fortes dores. Ele perdeu de virada para o canadense Denis Shapovalov enquanto se arrastava em quadra no terceiro e último set. Ao fim do jogo, admitiu que a lesão no pé esquerdo vem atrapalhando até mesmo seus treinos.

O atleta espanhol sofre da síndrome de Müller-Weiss, uma doença degenerativa que causa deformidade nos ossos do pé e afeta sua mobilidade em quadra. O problema já havia abreviado sua temporada 2021, quando não esteve em Wimbledon, US Open e na Olimpíada de Tóquio. Por conta da lesão, Nadal avisou que precisa de bons intervalos entre os torneios, para não sobrecarregar o problema físico.

Em Roma, ele fez um desabafo sobre as dores que vinha sentindo, o que fez imprensa e fãs cogitarem uma possível ausência em Roland Garros. Na ocasião, Nadal mencionou até que não sabia quanto tempo mais aguentaria o problema físico, sugerindo uma aposentadoria próxima, sem apontar datas ou prazos.

No saibro de Paris, o ex-número 1 do mundo tentará levantar mais um troféu dos mosqueteiros. Ele já soma 13, recorde absoluto em qualquer Grand Slam. Ele detém o recorde também de títulos deste nível, com 21 conquistas, uma a mais que o suíço Roger Federer e o sérvio Novak Djokovic.

Estadão
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