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Tênis

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Luisa Stefani se prepara para o SP Open e atinge marca histórica com terceiro lugar do ranking mundial

Luisa Stefani teve, nesta segunda-feira (14), confirmada sua chegada ao top 3 do ranking mundial com o terceiro lugar da tabela de duplas da WTA após a semifinal do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada. A paulistana tornou-se a primeira brasileira da história a ocupar um posto entre as três melhores do […]

14 set 2026 - 16h42
(atualizado às 16h42)
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Resumo
Após alcançar a semifinal do US Open, Luisa Stefani fez história ao assumir o 3º lugar no ranking de duplas da WTA, tornando-se a primeira brasileira no top 3 desde a criação do ranking em 1974. Vivendo grande temporada ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, com três títulos e final em Wimbledon, a paulistana agora foca na defesa do título do SP Open, torneio WTA 250 em sua cidade natal, onde estreará contra Marjorie Souza e Rebeca Pereira celebrando a boa fase do tênis feminino do país.
Luisa Stefani
Luisa Stefani
Foto: Fotojump/Divulgação / Esporte News Mundo

Luisa Stefani teve, nesta segunda-feira (14), confirmada sua chegada ao top 3 do ranking mundial com o terceiro lugar da tabela de duplas da WTA após a semifinal do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada.

A paulistana tornou-se a primeira brasileira da história a ocupar um posto entre as três melhores do mundo no ranking da WTA desde que foi inaugurado, em 1974. Maria Esther Bueno, multicampeã de Grand Slam, foi considerada a melhor do mundo durante parte da década de 60, mas na época não havia um ranking oficial.

A tenista fez uma reflexão sobre a temporada com quatro semifinais de Grand Slam, sendo uma final em Wimbledon, três títulos, segunda melhor dupla da temporada, além de seu último resultado no US Open, quando esteve perto de uma vaga na decisão.

"Dois anos atrás se me dissessem que eu teria o ano que estou tendo hoje, perdendo na semifinal com vantagem no tie-break, eu assinaria mesmo assim sem pensar duas vezes. Tenho que levar por esse lado, entender o que acontece. Às vezes é indescritível, não consigo explicar, às vezes assisto o jogo, pergunto como que perdeu, mas ao mesmo tempo é o que deixa o esporte tão maravilhoso e legal ao mesmo tempo e tenho sorte de me colocar nessas posições", afirmou Luisa, patrocinada pela Prudential Brasil, Bradesco, Parmalat Whey Fit e Slyce e os apoios da Liga Tênis 10, Bolsa Atleta, Head e JFL.

A atleta disputa esta semana o SP Open, torneio WTA 250 e maior evento do país, jogado em sua cidade natal, onde defende o título conquistado com a húngara Timea Babos. Esta edição ela joga ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, sua fiel escudeira, com a qual fez a final de Wimbledon, mais três semifinais de Grand Slams e faturou três títulos somente este ano.

"Existem grandes torneios pela frente, mas, no momento, valorizo imensamente a chance de jogar em casa. A recepção do público tem sido extremamente  positiva e é um privilégio compartilhar tudo isso", apontou.

"Vir a São Paulo é muito mais do que buscar um resultado. No ano passado, tivemos uma semana incrível e compartilhar aquele título com as brasileiras na final foi memorável. Para mim, este evento celebra a grandiosidade do tênis feminino, a união dos torcedores e a importância de inspirar as próximas gerações. Como tenista profissional, espero retribuir esse apoio e mostrar o que vivemos para alcançar o sucesso. O papel da imprensa em promover essas oportunidades é fundamental para que o público conheça nossa realidade."

Luisa também destacou o crescimento do tênis feminino no Brasil: "É incrível. Temos torcedores brasileiros por todos os lugares do mundo e ouso dizer que temos grandes personalidades do tênis feminino, entre elas a Naná e a Vitorinha que são estrelas que mesmo começando a carreira estão fazendo muita coisa e tendo sucesso em nível mundial. Elas super agregam no crescimento do tênis feminino para as meninas mais novinhas se espelharem nelas também, são super carismáticas, autênticas e nós no profissional tentando retribuir para conseguir os melhores resultados. Pra mim é bom ter representatividade nos maiores torneios do ano, levar o Brasil nos Grand Slams, Olimpíadas, Pan, BJK Cup para a gente conquistar nosso espaço e assim, como eu individualmente, continuamos batendo na porta que uma hora ela vai abrir. O importante é estar na direção correta, sonhar grande que uma hora as coisas vão vir, se não vier de primeira, segue tentando, que uma hora vai dar".

Stefani e Dabrowski estreiam contra uma dupla brasileira formada por Marjorie Souza e Rebeca Pereira, ainda sem data definida.

Esporte News Mundo
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