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Nome envolvido em polêmica vai se candidatar a presidência do São Paulo

11 ago 2026 - 12h25
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O São Paulo terá mais um nome na disputa política pela presidência do clube. Rogério Caboclo, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e atual conselheiro do Tricolor, oficializou nesta segunda-feira (10) a intenção de concorrer ao cargo nas eleições de 2026.

Bandeira do São Paulo
Bandeira do São Paulo
Foto: Bandeira do São Paulo em partida da Conmebol ( Divulgação/São Paulo) / Gávea News

A candidatura será construída como uma alternativa de oposição. Caboclo já iniciou conversas com conselheiras e conselheiros do São Paulo em busca de apoio para fortalecer sua chapa antes do pleito.

Caboclo apresenta plano dividido em cinco pilares

O plano apresentado por Rogério Caboclo para o São Paulo contempla cinco frentes consideradas prioritárias: administração, equilíbrio financeiro, futebol profissional, formação de jovens atletas e estrutura social do clube.

Na área administrativa, a proposta prevê o aprimoramento dos mecanismos de controle interno, com atenção especial à transparência, à prevenção de riscos e às práticas de compliance. Caboclo também pretende buscar alternativas para reorganizar as finanças e equacionar as dívidas do Tricolor.

No departamento de futebol, a ideia é ampliar o uso de dados, tecnologia e análise de mercado tanto na descoberta de novos talentos quanto na escolha de reforços para o elenco. A proposta ainda prevê maior controle sobre os gastos, com o objetivo de manter a competitividade esportiva sem comprometer a saúde financeira do São Paulo.

Passagem pela CBF ainda marca trajetória

Caboclo chegou à presidência da CBF, mas deixou o cargo após ser afastado pela Comissão de Ética do Futebol Brasileiro diante de acusações de assédio moral e sexual.

No âmbito das investigações, o Ministério Público propôs uma transação penal, posteriormente homologada pela Justiça. O procedimento, segundo as informações divulgadas, não representou reconhecimento de culpa por parte de Caboclo.

Como parte do acordo, foi determinada a destinação de R$ 100 mil a duas organizações não governamentais, sem pagamento à denunciante. Os demais procedimentos relacionados ao caso foram arquivados ou encerrados.

Gávea News
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