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Santos leva três punições da Fifa e chega a sete transfer bans; veja valores

Equipe paulista sofre sanções relacionadas ao mecanismo de solidariedade da entidade e acumula dívidas de ultrapassam R$ 15 milhões

13 out 2026 - 16h11
(atualizado às 16h21)
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Resumo
O Santos recebeu mais três punições da Fifa por dívidas do mecanismo de solidariedade, totalizando sete transfer bans ativos que o impedem de inscrever novos atletas. As novas sanções superam R$ 940 mil, somando-se a débitos recentes com a comissão técnica de Pedro Caixinha, de cerca de R$ 15 milhões sem possibilidade de recurso, e uma pendência de R$ 2,2 milhões com o Al-Markhiya pela contratação não paga do atacante Yusupha Njie.

O Santos levou, nesta terça-feira, 13, mais três punições da Fifa, registros feitos por conta de dívidas referentes ao mecanismo de solidariedade da entidade. Agora, o time alvinegro chegou a sete transfer bans em vigor, o que impossibilita o clube a inscrever novos jogadores.

Um das novas sanções é de US$ 55 mil, cerca de R$ 275,4 mil na cotação atual. As outras duas somam 120 mil euros (aproximadamente R$ 672,9 mil).

Na última semana, a Fifa já havia punido a equipe paulista por conta de débitos com o técnico Pedro Caixinha, os auxiliares Pedro Malta e José Pratas e o preparador de goleiros José Francisco Belman Gonzales. O português comandou a instituição por 17 jogos em 2025 e conquistou seis vitórias, quatro empates e sete derrotas.

Ao todo, as quatro punições somam cerca de R$ 15 milhões e não podem mais ser recorridas, pois a condenação foi feita pela Corte Arbitral do Esporte (CAS).

A própria CAS, inclusive, ratificou uma decisão da Fifa de punir o Santos pela dívida de R$ 2,2 milhões com o Al-Markhiya, do Catar, relacionada a contratação do atacante Yusupha Njie.

O gambiano de 32 anos foi emprestado aos paulistas em setembro de 2024 e permaneceu até o início do ano seguinte. O clube catari cobrava 350 mil euros (R$ 1,9 milhão) pela negociação. No acordo feito pelos times, foi definido o pagamento de sete parcelas de 50 mil euros (R$ 280 mil), mas nenhuma delas ainda foi realizada pelo alvinegro.

Estadão
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