Presidente do Sport adota cautela com SAF e fala sobre interesse de donos do PSG; confira
Matheus Souto Maior comentou sobre a possibilidade de virar SAF e ressaltou que, no momento, o importante é estruturar bem o clube e, logo após, pensar no projeto.
O Sport segue discutindo internamente a possibilidade de se tornar uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), mas o clube adota cautela e prioriza a organização estrutural antes de qualquer avanço mais concreto. Isso ficou claro após as falas de Matheus Souto Maior, presidente rubro-negro.
Em entrevista ao programa Léo Medrado e Traíras, o dirigente destacou que, apesar das especulações recentes envolvendo um possível interesse de investidores da QSI Sports, não há nenhuma negociação no andamento.
Durante participação no programa, o presidente explicou que o foco do clube está voltado para a construção de "bases sólidas de gestão, com maior profissionalização, transparência e governança". Segundo ele, esse processo é essencial para que o Sport se torne atrativo no mercado.
A declaração surge após rumores envolvendo a Qatar Sports Investments, grupo ligado ao Paris Saint-Germain, que teria sido apontado como possível interessado no clube pernambucano. O mandatário, no entanto, tratou o tema com cautela e afastou qualquer tratativa concreta. A informação foi trazida pelo Podcast Fúria do Leão, canal especificado no Vitória, da Bahia.
Estrutura como caminho para atrair investidores
Ainda segundo o presidente, a organização interna é o principal passo para viabilizar uma futura SAF. Ele ressaltou que investidores só devem se interessar caso enxerguem potencial de retorno financeiro e segurança administrativa no projeto.
O dirigente também citou números recentes para defender a viabilidade econômica do clube. De acordo com ele, o Sport movimentou cerca de "R$ 630 milhões entre março de 2023 e dezembro de 2025", valor que demonstra o potencial econômico do Leão como um clube rentável e não somente uma "aposta.
A SAF é defendida pela nova gestão
Desde que Matheus Souto Maior e Kadico colocaram seus nomes para as eleições presidenciais do Sport, ambos defendiam que era necessário reestruturar o clube e deixar o terreno muito bem feito para uma futura SAF.
Rafael Arruda, escolhido pelo presidente e vice para trabalhar diretamente no projeto de Sociedade Anônima de Futebol, falou com o Portal de Prefeitura logo após as eleições. Segundo ele, o modelo adotado pelo Leão e que é mais viável é parecido com o do Bahia, que hoje é chefiado pelo grupo City.
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