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Gafe! Toronto erra e toca hino de Barbados em vez do Brasil

Em cerimônia de hasteamento da bandeira na Vila dos Atletas, organização errou hino nacional brasileiro e causou saia-justa

8 jul 2015
17h10
atualizado às 18h13
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A cerimônia de hasteamento da bandeira do Brasil na Vila dos Atletas nos Jogos Pan-Americanos de 2015 nesta quarta-feira foi marcada por uma gafe da organização. Após Aruba e Porto Rico celebrarem suas cores no topo do mastro, foi a vez do Brasil. Eis que todos os atletas, chefes de delegação e até Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), se viraram para a bandeira quando... outro hino foi tocado.

Imediatamente, o superintende do COB, Marcus Vinícius Freire, começou a agitar as mãos, de longe, fazendo sinal negativo para o palco onde havia o sistema de som da zona internacional da Vila. Não bastou: o dirigente teve que se dirigir rapidamente ao local e pedir para que a música fosse paralisada.

Na volta, Marcus Vinícius Freire disse imaginar que o hino tocado no lugar do Brasil fosse da Bahamas, pois viu no sistema a sigla BAH. Mais tarde, o dirigente .mudou o discurso e afirmou achar que era o hino de Babrados (BAR) - as duas músicas são similares. A discussão continuou até entre jornalistas na sala de imprensa pouco depois. 

"Quanto mais experiência você tem, mais rápido você pega o problema. Você já fica pronto para a confusão aparecer. Na primeira estrofe, quando eu vi que a bandeira continuou subindo, percebi que tinha algo errado. Isso acontece de vez em quando. Eles trocam porque pegam pela inicial. Ou pegou Bahamas ou pegou Barbados. Primeiro falei Bahamas, mas acho que pode ter sido Barbados, que é BAR e não BRA. Erraram, aí eu avisei 'corta, corta'. Graças a Deus a menina parou", afirmou o superintendente, ao Terra.

Hino errado causou saia-justa com delegação do Brasil
Hino errado causou saia-justa com delegação do Brasil
Foto: Eduardo Palacio / Terra

 

 A organização tentou contornar a saia justa com a delegação brasileira ao pedir desculpas pelo “problema técnico”. Detalhe: a tradutora falava em inglês e também em português, mas com um forte sotaque de Portugal.

A gafe fica maior pela importância que o Brasil tem nos Jogos Pan-Americanos de 2015. Com 590 atletas, o Time Brasil é uma das maiores delegações em Toronto. É, também, o segundo maior país em número de jornalistas que cobrem a competição – são cerca de 200, menos apenas que o Canadá, sede da disputa.

Atletas compareceram à cerimônia de hasteamento da bandeira
Atletas compareceram à cerimônia de hasteamento da bandeira
Foto: Eduardo Palacio / Terra

A cerimônia de hasteamento da bandeira brasileira começou por volta das 15h (horário local) e contou com atletas, dirigentes e até com o presidente do COB. O Brasil não tinha todos os atletas em Toronto no local – muitos deles estão em treino, outros concentrados em York e alguns ainda nem chegaram à cidade.

Na cerimônia, a delegação brasileira era de longe a maior entre as três que ocorreram no mesmo momento. O Brasil foi ainda o único que contou com um mascote próprio, o Ginga, criado recentemente pelo COB para aumentar o apoio popular para o Rio 2016. Na hora da execução dos hinos nacionais, apenas os brasileiros cantaram a canção à capella. 

Fonte: Terra
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