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Leila Pereira revela que recusou proposta do São Paulo para patrocinar Palmeiras

Presidente palmeirense destaca que furou rival, que procurou a Crefisa antes

2 jun 2026 - 17h31
(atualizado às 17h37)
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Leila Pereira conversou com Andrea Sadi em podcast
Leila Pereira conversou com Andrea Sadi em podcast
Foto: Reprodução/GloboNews

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, revelou que a Crefisa, empresa da qual divide a parceria com o marido e fundador, José Roberto Lamacchia, poderia ter patrocinado o rival São Paulo. “O São Paulo entrou em contato com o nosso marketing para tratar de um possível patrocínio. Eu falei: 'De jeito nenhum'. Nós nunca tínhamos feito nada no futebol. Então perguntei: 'O Palmeiras está há dois anos sem patrocinador, por que não patrocinamos o clube?'," disse em entrevista à jornalista Andréia Sadi no podcast POD_i, da GloboNews.

Leila Pereira e Maurício Galiotte no lançamento da camisa do Palmeiras
Leila Pereira e Maurício Galiotte no lançamento da camisa do Palmeiras
Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Leila conta que fez de tudo para que o time alviverde contasse com o patrocínio. "Eu não tinha o telefone de ninguém do Palmeiras. Procurei no Google e liguei para o clube. Me apresentei e pedi o telefone do presidente (Paulo Nobre), mas a atendente desligou. Depois pedi o contato do diretor de marketing e me passaram. Conversei com ele e depois descobri que pensou que fosse um trote. Mesmo assim, marcou uma reunião com o presidente naquele mesmo dia e nós fomos", revelou.

"Ali começou o que viria a ser o maior patrocínio da história do futebol brasileiro e da América do Sul. O valor foi muito alto. Não tínhamos noção da dimensão que aquilo tomaria. O presidente fez uma proposta, nós concordamos e pagamos. Assinamos uma carta de intenções e, à medida que o Palmeiras precisava de mais investimentos, ampliávamos o aporte. Quando o presidente fez a coletiva para anunciar o acordo, ele me ligou e pediu que eu estivesse lá. Eu ainda não tinha contado nada para ninguém nas empresas. Depois do anúncio, chegaram a me ligar, porque o servidor da companhia saiu do ar", recordou.

A decisão de apoiar o clube financeiramente partiu em um problema pessoal. "Em 2014, meu marido enfrentou um problema de saúde muito sério. Ele teve um linfoma e foi um período muito difícil. Ao mesmo tempo, o Palmeiras vivia uma situação complicada, quase foi rebaixado. O Palmeiras sempre foi gigante, com uma torcida enorme e muitas conquistas, mas passou por altos e baixos. Teve uma fase espetacular com a Parmalat e depois enfrentou uma situação extremamente difícil. A grande alegria era quando o Palmeiras conseguia não cair”, finalizou.

‘Defensor chega atrasado e provoca contato’: ouça o áudio do VAR de Chape x Palmeiras:
Fonte: Portal Terra
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