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Leila Pereira irá processar torcedores que picharam muros da sede do Palmeiras

Presidente foi acusada de roubar o clube em frase escrita por vândalos; polícia identifica quatro indivíduos e participação de uma quinta pessoa na ação é investigada

23 jan 2026 - 12h04
(atualizado às 13h26)
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Leila Pereira, presidente do Palmeiras, irá processar os torcedores que picharam um dos muros da sede do clube por calúnia e difamação. O ato de vandalismo aconteceu na madrugada de quarta-feira, 21, após a derrota do time alviverde para o Novorizontino, por 4 a 0, pelo Campeonato Paulista. Entre as pichações, foi escrita a frase "Leila, seu negócio é roubar", sugerindo gestão temerária por parte da executiva palmeirense.

A Polícia Civil já identificou quatro homens que participaram da ação: Paulo Sérgio Goes De Oliveira, Murilo Landim Baldi, Murylo Mikael Santos e Deivison Correia Carvalho são os nomes apontados no boletim de ocorrência, ao qual o Estadão teve acesso. A reportagem busca contato com a defesa e a matéria será atualizada em caso de manifestação.

A reportagem apurou que Deivison possui em seu histórico registros de episódios de violência entre torcidas organizadas. Em 2009, ele foi identificado pela polícia em um episódio de agressão ao atacante Vagner Love.

De acordo com o trabalho de inteligência da 6ª Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), a participação de uma quinta pessoa foi constatada através da análise das imagens. A investigação também identificou um veículo utilizado pelos autores na fuga em direção à Rua Caraíbas após a aproximação de uma viatura da Polícia Militar.

O Palmeiras registrou a ocorrência como crime ambiental de pichação contra edificação ou monumento urbano e estuda processar os responsáveis pelo ato de vandalismo. Os pichadores serão excluídos do Avanti caso façam parte do programa de sócio-torcedor e terão os CPFs bloqueados se estiverem cadastrados no sistema de venda de ingressos para os jogos do time como mandante. O muro danificado já foi restaurado e as inscrições removidas.

A goleada por 4 a 0 para o Novorizontino em Novo Horizonte foi a pior sofrida pelo Palmeiras desde que o português Abel Ferreira assumiu o comando da equipe, em outubro de 2020. O time alviverde não perdia por quatro gols de diferença havia quase 11 anos.

O Palmeiras está na terceira posição do Paulistão, com nove pontos após quatro jogos, e volta a jogar no sábado, quando faz clássico com o São Paulo, na Arena Barueri.

Estadão
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