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Estádio do Palmeiras faz demissões por falta de eventos

Cerca de 15% dos funcionários do Allianz Parque sofrem com a crise provocada pela pandemia do coronavírus

2 abr 2020
21h50
atualizado em 3/4/2020 às 09h59
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A crise provocada pela pandemia do coronavírus trouxe consequências ruins para o quadro de funcionários do Allianz Parque. A administração do estádio do Palmeiras realizou demissões em razão da queda nas receitas do estádio, que não tem recebido eventos por causa do período de isolamento social.

A administração do estádio tem buscado alternativas e desligou cerca de 15% dos funcionários, embora ainda avalie a possibilidade de manter o vínculo de alguns deles, mesmo sem o pagamento de salários por um período, na esperança da retomada das atividades no segundo semestre.

Allianz Parque, estádio do Palmeiras
Allianz Parque, estádio do Palmeiras
Foto: Divulgação/ Allianz Parque / Estadão Conteúdo

A redução dos valores pagos a funcionários também é visto como uma possibilidade pelos gestores em um período classificado como de emergência por causa do cancelamento de todos os eventos.

A arena palmeirense não tem recebido qualquer tipo de evento, sejam os jogos do clube ou os shows que dividiam a agenda do estádio com o clube, incluindo apresentações de algumas das principais estrelas musicais internacionais, assim como o tour pelas suas dependências.

Assim, a última movimentação de peso foi uma campanha de vacinação contra a gripe influenza, no dia 23. Já a última vez que o Palmeiras entrou em campo no local ocorreu em 10 de março, pela Copa Libertadores, diante do paraguaio Guaraní.

O Allianz Parque é administrado pela WTorre, responsável pela obra de construção do estádio. O Palmeiras, dono do terreno onde ficava o antigo Palestra Itália, só assumirá a gestão em 2044, mas recebe parte das receitas com os jogos e eventos no local.

Estadão
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