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Rúgbi brasileiro projeta grande campanha no Pan-Americano de 2019

Felipe Sancery, capitão do time masculino, e Raquel Kochhann, bronze no Pan de 2015, comemoram bom momento do esporte e falam sobre as suas expectativas para os Jogos

18 jul 2019
08h07
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O rúgbi que mostrar na prática que vem crescendo cada vez mais no Brasil, com novos jogadores e clubes para o esporte. Os Jogos Pan-Americanos de 2019, que serão disputados em Lima, no Peru, a partir da próxima semana, são uma boa oportunidade para isto.

Felipe Sancery espera grande campanha do Brasil no Pan-19 (Foto:Reprodução)
Felipe Sancery espera grande campanha do Brasil no Pan-19 (Foto:Reprodução)
Foto: Lance!

O central Felipe Sancery, capitão da Seleção Brasileira, espera grandes jogos na primeira fase e que o Brasil consiga conquistar uma medalha na competição continental.

- O primeiro jogo da nossa chave é contra o Chile, uma seleção que conseguimos derrotar no Sul-Americano, que vem jogando junto há muito tempo. Conseguiram um bom resultado no Circuito Mundial. Os Estados Unidos também têm tradição, sempre estão entre os primeiros, mas estarão com uma equipe jovem. Podemos tirar proveito dessa situação e chegar o mais longe possível no Pan-Americano - afirmou o jogador.

Para Raquel, não existem adversários fracos e fortes. Segundo ela, todos têm que ser respeitados e é preciso fazer o melhor dentro de campo.

- O nosso objetivo é conseguir colocar o nosso melhor na partida. Independentemente do resultado, temos que jogar da melhor maneira possível. Claro que almejamos sempre o primeiro lugar e vamos lutar por isso. Não menosprezamos ninguém, de ser mais fraco ou mais forte. Igualamos todos e queremos vencer as partidas - disse a jogadora.Raquel também comentou sobre o momento do rúgbi brasileiro e o apoio da Confederação Brasileira de Rugby na preparação.

- Hoje, a Confederação Brasileira é muito bem estruturada, temos campeonatos organizados. Temos atualmente uma Seleção Brasileira centralizada, todas as atletas moram em São Paulo e treinamos juntas todos os dias. Isso ajuda no entrosamento e na preparação. Estamos colhendo os frutos de todo o trabalho duro para firmar o rúgbi no Brasil - disse.

Sancery conheceu o esporte na França ainda pequeno e comentou sobre as diferenças do rúgbi no exterior para o praticado em território brasileiro.

- Na França você começa a jogar rúgbi desde pequeno, com cinco, seis anos de idade. Aqui no Brasil, muitas vezes começa-se a jogar o esporte com 15, 16 anos, até mesmo quando entra na faculdade. Então, temos muita coisa para aprender e em pouco tempo. Isso atrapalha no desenvolvimento de novos jogadores para o futuro - afirmou.

Ele também elogiou a Confederação Brasileira e exaltou o alto nível dos campeonatos nacionais e também o apoio que os clubes vêm recebendo.

- A Confederação ajuda bastante no nosso desenvolvimento. Em novembro, vamos ter três jogos na Europa, contra times de ótima qualidade como Espanha, Romênia e Portugal. Ela está fazendo um ótimo trabalho, cada dia mais estamos vendo novos torneios, tanto profissionais quanto juvenis. Estamos no caminho certo. Claro que muitos clubes ainda estão no começo, mas temos que buscar o que falta para evoluirmos.

* Estagiário, sob supervisão de Jonas Moura

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