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Elencos, histórico, destaques... Tudo sobre a Copa da Ásia de 2019

Competição, que chega à 16ª edição de sua história, terá seu pontapé inicial neste sábado

5 jan 2019 - 07h03
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A Copa da Ásia vai começar neste sábado, com o pontapé inicial sendo entre Emirados Árabes Unidos, país-sede da competição, e o Bahrein, às 14h (de Brasília). A final da competição, que vai ser realizada no Zayed Sports City Stadium, em Abu Dhabi, será no dia 5 de fevereiro. O LANCE! preparou um guia com tudo que você precisa saber sobre a segunda competição continental entre seleções do mundo.

O que está em jogo?

Além do título da principal competição da Ásia - que se equivale à Copa América na América do Sul -, o vencedor do torneio garante uma vaga na Copa das Confederações de 2021, se a mesma, por razões óbvias, for jogada. O Catar já tem uma vaga garantida na competição por ser o país-sede do torneio - por isso, se a equipe for campeã da Copa Asiática, a vaga para as Confederações ficará com o vice-campeão.

Estádios

Ao todo, a Copa da Ásia contará com oito palcos para a realização das partidas, que serão divididas entre as cidades de Abu Dhabi, com três estádios, Dubai e Al Ain, com dois cada, e Sharjah, com um. O destaque fica para o Zayed Sports City Stadium, que receberá o jogo de abertura e a final. Veja a lista das arenas e suas respectivas capacidades de público:

Zayed Sports City Stadium (Abu Dhabi) - 43.630 torcedores

Mohammed bin Zayed Stadium (Abu Dhabi) - 42.056 torcedores

Al Nahyan Stadium (Abu Dhabi) - 12.000 torcedores

Maktoum bin Rashid Al Maktoum Stadium (Dubai) - 12.000 torcedores

Al-Maktoum Stadium (Dubai) - 15.000 torcedores

Hazza bin Zayed Stadium (Al Ain) - 25.965 torcedores

Khalifa bin Zayed Stadium (Al Ain) - 16.000 torcedores

Sharjah Stadium (Sharjah) - 11.073 torcedores

Formato da competição

Com o objetivo de acompanhar o crescimento da Eurocopa, a Copa da Ásia aumentou o número de participantes de 16, formato adotado desde 2004, para 24 seleções. As nações são divididas em seis grupos com quatro equipes cada um. As duas melhores seleções de cada chave e os três melhores terceiros colocados se classificam para as oitavas de final.

Os Emirados Árabes Unidos, por serem o país-sede, garantiram classificação de forma automática. As outras 23 seleções se garantiram na competição após passarem por uma Eliminatória, realizada entre março de 2015 e março de 2018.

Os grupos

Grupo A:

Emirados Árabes Unidos, Tailândia, Índia e Bahrein

Grupo B: Austrália, Síria, Palestina e Jordânia

Grupo C: Coreia do Sul, China, Quirguistão e Filipinas

Grupo D: Irã, Iraque, Vietnã e Iemen

Grupo E: Arábia Saudita, Catar, Líbano e Coreia do Norte

Grupo F: Japão, Uzbequistão, Omã e Turcomenistão

Maiores campeões

Japão - 4 títulos (1992, 2000, 2004 e 2011)

Arábia Saudita - 3 títulos (1984, 1988 e 1996)

Irã - 3 títulos (1968, 1972, 1976)

Israel [se tornou membro da Uefa em 1970] - 1 título (1964)

Kuwait - 1 título (1980)

Austrália - 1 título (2015)

Iraque - 1 título (2007)

Craques da competição

O LANCE! preparou uma matéria indicando os dez nomes para ficar de olho na Copa da Ásia. A lista é curta e não traduz totalmente o talento que está dentro da competição, mas já coloca uma noção sobre o que pode acontecer.

Você pode ver a lista clicando aqui

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Choque com a temporada europeia

A Copa da Ásia sempre é realizada em janeiro e toda edição encontra o mesmo problema: o choque com os campeonatos europeus, que estão se encaminhando para sua segunda metade. Em 2019, a coisa não será diferente, e clubes da Alemanha,e da Premier League, o principal campeonato da Inglaterra, serão os mais prejudicados.

No total, nove clubes da Alemanha tiveram seus jogadores convocados para disputar a competição, enquanto que a Inglaterra teve sete. Rússia, por sua vez, teve cinco; Bélgica, Dinamarca, Holanda e Turquia tiveram quatro cada, enquanto que Áustria, Itália, Portugal, Escócia e Suécia tiveram três.

Algumas seleções, como, por exemplo, as Filipinas, sofreram com esse fator. A equipe treinada pelo sueco Sven-Göran Eriksson não poderá contar com o goleiro Neil Etheridge, já que o Cardiff City, seu clube, não o liberou para disputar o goleiro, já que a equipe do País de Gales terá importantes compromissos e luta contra o rebaixamento na Premier League.

A convergência de datas pode ser a explicação para um possível desprestígio em relação à competição que, apesar da tradição, não atrai grandes públicos e grandes médias em termos de audiência na televisão, justamente por se chocar com campeonatos europeus, que são a prioridade para os anunciantes.

Clubes europeus que terão jogadores na Copa da Ásia

Alemanha

- Hertha Berlin, Bochum (2 jogadores), Augsburg (2 jogadores), Holstein Kiel, Hamburgo, Ulm, Erzgebirge Aue, Hannover e Werder Bremen

Inglaterra - Brighton (2 jogadores), Queens Park Rangers, Hull City, Tottenham, Newcastle (2 jogadores), Nottingham Forest e Southampton

Rússia - Yenisey Krasnoyarsk, Akhmat Grozny, Rubin Kazan, Rostov e Anzhi

Bélgica - Genk, KAS Eupen e Sint-Truiden (2 jogadores)

Dinamarca - AGF, Midtjylland, Horsens e Hobro

Turquia - Somaspor, Trabzonspor (2 jogadores) e Galatasaray

Holanda - PSV (2 jogadores), Heracles Almelo e Gronignen

Áustria - Áustria Viena, St. Pölten e Red Bull Salzburg

Portugal - Santa Clara, Portimonense e Marítimo

Itália - Atalanta, Peruggia e Arezzo

Suécia - Landskrona BoIS, AFC Eskilstuna (2 jogadores)

Escócia - Hibernian (2 jogadores) e Celtic

França - Amiens e Olympique de Marselha

Chipre - AEK Lanarca e APOEL

República Tcheca - Bohemians e Slavia Praga

Noruega - Rosenborg

Grécia - Apollon Smyrnis

Eslovênia - Bravo

Polônia - GKS Tychy

Sérvia - Estrela Vermelha

Croácia - Hajduk Split

Romênia - Sepsi OSK

Lesões

Outro fator negativo que cerca esta edição do campeonato asiático são as inúmeras lesões. Praticamente todas as seleções mais famosas do continente, que brigarão - em tese - pelo título, sofreram com jogadores machucados que resultaram em mudanças significativas nos respectivos elencos.

Os Emirados Árabes Unidos, por exemplo, não pôde convocar Omar Abdulrahman, um dos melhores jogadores do continente, por problemas médicos. O meia se machuou em novembro do ano passado, quando fazia uma partida pelo Al-Hilal, da Arábia Saudita, clube que defende.

O Japão, que passa por um processo de renovação, teve um corte anunciado: Takuma Asano, do Stuttgart, foi substituído por Yoshinori Muto. A Austrália, por sua vez, teve dois problemas: saíram Aaron Mooy, uma das referências da equipe, e Martin Boyle para a entrada de, respectivamente, James Jeggo e Apostolos Giannou.

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