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Seleção feminina de handebol estreia contra campeã olímpica

Jogo deste sábado, diante da Rússia, promete ser o mais complicado na primeira fase da Olimpíada para a equipe comandada por Jorge Dueñas

23 jul 2021 22h02
| atualizado às 22h33
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A Seleção Brasileira feminina de handebol estreia na Olimpíada de Tóquio-2020, no Japão, neste sábado, às 23 horas (de Brasília), contra a Rússia. O jogo está sendo apontado como o mais complicado do Brasil nesta primeira fase. Isso porque as adversárias são as atuais campeãs olímpicas, em medalha conquistada nos Jogos do Rio-2016. Por outro lado, a equipe do técnico Jorge Dueñas vem em uma grande fase, com apresentações consistentes e um elenco experiente e respeitado mundialmente.

Bárbara Arenhart, capita da seleção brasileira feminina de handebol
Bárbara Arenhart, capita da seleção brasileira feminina de handebol
Foto: Divulgação/CBHb / Estadão

Desde que conquistou o hexa nos Jogos Pan-Americanos, em Lima-2019, no Peru, em uma final contra a Argentina, o Brasil tem se preparado para os Jogos Olímpicos. Durante este período foram realizados alguns amistosos e um torneio na Croácia, onde a equipe nacional encarou a Holanda e as donas da casa com a finalidade de definir as 15 convocadas para Tóquio-2020 e até mesmo de entrosar e ajustar da melhor forma a equipe.

Nesta reta final de preparação, o time passou cerca de 20 dias em Portugal e depois embarcou para a Hungria, onde disputou um amistoso contra Montenegro e dois contra as donas da casa. Foram testes importantes para o treinador não apenas fechar a lista olímpica como corrigir alguns pontos apresentados em quadra.

Além dos cerca de 40 dias de preparação, o time brasileiro ainda vai contar com a experiência de Alexandra Nascimento, que disputará a sua quinta Olimpíada, de Ana Paula, em sua quarta edição dos Jogos, e de Duda Amorim, eleita a melhor jogadora do Mundial de 2013 e a melhor do mundo em 2014. Isso sem falar da goleira e capitã Bárbara Arenhart e de Bruna de Paula, a jogadora mais rápida do ataque brasileiro e a melhor jogadora da liga francesa, onde atua.

"Estamos num grupo muito forte. São adversários de alto nível e por isso afirmo que dificilmente alguém passará para a segunda fase de forma invicta. A Rússia talvez seja o adversário mais difícil, com um elenco muito qualificado, tanto que tem mostrado isso nos últimos anos. O Brasil também está em alto nível e é o atual campeão pan-americano. Acredito que as partidas serão vencidas ou perdidas nos detalhes", afirmou Jorge Dueñas.

Além de encarar a Rússia, o Brasil jogará na próxima semana contra Hungria (segunda-feira), Espanha (na quarta), Suécia (sábado) e França (domingo) na primeira fase do handebol feminino olímpico.

Estadão
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