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Atletas brasileiros fazem desfile simbólico na Vila Olímpica

A iniciativa foi liderada por Bruninho, do vôlei, que será porta-bandeira do País ao lado da judoca Ketleyn Quadros na cerimônia de abertura

23 jul 2021 04h10
| atualizado às 04h48
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Horas antes da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, os atletas brasileiros decidiram organizar o seu próprio desfile na Vila Olímpica. O desfile simbólico foi puxado pelo levantador Bruninho, do vôlei, que representará o Brasil como porta-bandeira ao lado da judoca Ketleyn Quadros no evento que abre a Olimpíada e está marcado para as 8h desta sexta-feira (de Brasília), 20h no horário local.

A judoca Ketleyn Quadros e o levantador Bruninho, porta-bandeiras do Brasil na cerimônia de abertura da Olimpíada
A judoca Ketleyn Quadros e o levantador Bruninho, porta-bandeiras do Brasil na cerimônia de abertura da Olimpíada
Foto: Reprodução/COB

O Brasil terá a sua equipe reduzida ao mínimo na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos para evitar riscos aos atletas que vão competir no Japão. Dos mais de 300 competidores que vão representar o País, apenas os dois porta-bandeiras e outros dois representantes do Comitê Olímpico do Brasil (COB) estarão no estádio Olímpico no desfile desta sexta.

Por isso, os atletas realizaram esse desfile informal descontraído nas alamedas da Vila Olímpica. "É pra galera que não vai poder estar lá. Pra sentir a emoção especial da abertura da Olimpíada", disse Bruninho, antes de estender a bandeira brasileira.

Bruninho e todos os outros atletas que participaram do desfile simbólico apareceram vestidos com o uniforme oficial, com as cores da bandeira brasileira, que o levantador e a judoca usarão na cerimônia de abertura. Além dos dois porta-bandeiras, apenas o chefe de missão Marco La Porta e por mais um oficial administrativo estarão no evento.

O Desfile das Nações costuma reunir no campo do estádio milhares de atletas dos mais de 200 países que participam dos Jogos. É inevitável a aglomeração e os competidores costumam ficar apertados em um canto, para dar espaço para que todos caibam ali. Até por isso, a ideia foi minimizar riscos para que a saúde de todos seja preservada.

"A decisão foi tomada levando-se em consideração a segurança dos atletas brasileiros em cenário de pandemia, minimizando riscos de contaminação e contato próximo, zelando assim pela saúde de todos os integrantes do Time Brasil", explicou o Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Existe a possibilidade de que outros países também esvaziem o Desfile das Nações em uma cerimônia que será realizada sem a presença de público no estádio. Muitos detalhes do evento desta sexta-feira estão sendo mantidos em segredo.

 

Estadão
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