Saída de Gustavo Cuéllar não resolve dívida, e Grêmio sofre transfer ban
Tricolor acertou a saída do volante colombiano, mas deixou de pagar valor acordado pela rescisão
O Grêmio sofreu um transfer ban da FIFA após descumprir o acordo de rescisão contratual com Gustavo Cuéllar. O encerramento do vínculo previa o pagamento de R$ 15 milhões até 2027, mas o clube gaúcho atrasou a primeira parcela de R$ 1,36 milhão, levando o volante colombiano a acionar a entidade máxima do futebol. Punido pelo calote, o Tricolor está impedido de registrar novos reforços no mercado e precisará quitar a pendência financeira imediatamente para não comprometer a montagem do seu elenco.
O Grêmio concretizou a rescisão contratual do volante Gustavo Cuéllar por R$ 15 milhões, mas o acordo para encerrar o vínculo do colombiano acabou provocando um novo problema financeiro e jurídico para o clube gaúcho.
A Agência RTI Esporte apurou que a diretoria tricolor deixou de realizar o pagamento inicial previsto no compromisso, levando o jogador colombiano a recorrer à FIFA e provocando a aplicação de um transfer ban.
A negociação estabeleceu que o Grêmio pagaria R$ 15 milhões pela rescisão, em parcelas de R$ 600 mil até o final de 2027. A composição financeira foi definida para permitir o encerramento antecipado do contrato do volante, que não fazia parte dos planos do clube.
Entretanto, o acordo previa uma primeira parcela de R$ 1,36 milhão, que deveria ter sido depositada pelo Grêmio. O pagamento não foi realizado, e o descumprimento levou Gustavo Cuéllar a acionar a entidade máxima do futebol para cobrar o valor estabelecido.
A iniciativa do colombiano transformou uma negociação de saída em mais uma pendência para a administração gremista. Além do compromisso financeiro assumido com o atleta, o clube agora precisa lidar com as consequências esportivas da punição.
Grêmio enfrenta problema na FIFA após acordo com Gustavo Cuéllar
A decisão de recorrer à FIFA ocorreu depois que o jogador não recebeu o pagamento inicial previsto no documento de rescisão. Com a cobrança apresentada pelo colombiano, o Grêmio passou a enfrentar um transfer ban, impedimento que bloqueia o registro de novos jogadores.
A rescisão encerrou o vínculo com Gustavo Cuéllar, mas deixou uma dívida de R$ 15 milhões. Sem contar com o jogador, o Grêmio ainda precisa resolver a pendência, agravada pelo não pagamento da primeira parcela do acordo.
Parcelamento prevê compromissos até dezembro de 2027
O formato negociado estabeleceu prestações de R$ 600 mil até o fim de 2027. A primeira obrigação, entretanto, tinha valor diferente: R$ 1,36 milhão. O não pagamento dessa entrada foi determinante para a disputa chegar à FIFA.
Agora, a regularização da pendência é fundamental para que o Grêmio consiga resolver o problema e recuperar a possibilidade de registrar reforços. A punição chega em um momento no qual o Grêmio precisa equilibrar as contas e estruturar o elenco para o ano que vem.
A impossibilidade de registrar contratações pode comprometer a atuação do clube no mercado de transferências. Além disso, o caso Gustavo Cuéllar reforça a importância de cumprir os compromissos assumidos em negociações de rescisão.
O encerramento de um contrato não elimina as obrigações financeiras estabelecidas entre as partes. Para o Grêmio, a prioridade passa pela regularização do débito que motivou a reclamação do colombiano nos últimos dias.
Enquanto a pendência não for resolvida nos termos exigidos pela FIFA, o clube seguirá convivendo com uma restrição que interfere diretamente no planejamento esportivo pensando em futuras movimentações no mercado da bola.
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