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'Pés no chão', Fluminense avalia ainda não ter sido testado em 2019

Técnico Fernando Diniz contém euforia e prefere manter discurso cauteloso

31 jan 2019
13h18
atualizado às 13h18
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O ataque do Fluminense voltou a funcionar na noite de quarta-feira. No Maracanã, o time goleou o Madureira, no compromisso válido pela quarta rodada da Taça Guanabara, chegando aos 12 marcados no primeiro turno do Campeonato Carioca. O desempenho empolga o torcedor, mas o técnico Fernando Diniz pede pés no chão e destaca que o time ainda precisa ser testado.

"O trabalho está no começo. O time precisa de fato ser testado, mas por ele mesmo. O que mais me agrada é a seriedade com que jogou, mas terá que ser um time competitivo independente do adversário. Não tem motivo para empolgação, tem que ter pé no chão, é início do campeonato, então vamos encarar o Vasco da mesma forma", afirmou o treinador.

Com dez pontos, o Fluminense é o segundo colocado no Grupo B da Taça Guanabara e está próximo da classificação às semifinais, pois tem três pontos a mais do que o terceiro Volta Redonda e uma vantagem de 11 gols no saldo (10 a -1), faltando apenas um compromisso, contra o Vasco, sábado, no Mané Garrincha.

Quem voltou a brilhar foi o colombiano Yony González, que marcou o seu quarto gol pelo time. Fernando Diniz assegurou não estar surpreso com a rápida adaptação e o brilho do meia-atacante ao futebol brasileiro e previu que ele ainda vai evoluir.

"Não sabia do potencial, mas pelo que fez nos dois jogos diante do Athletico nas finais da Sul-Americana me chamou muito a atenção, intuitivamente. Não estou surpreso e acho que tem um futuro brilhante pela frente. Tem competência física, é inteligente, tecnicamente é muito bom também, o idioma não está sendo problema e tem tudo para deslanchar", comentou.

Estadão
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