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Futebol Internacional

Justiça dá prazo para Palmeiras mostrar documentos da venda de Allan; saiba o motivo

A Justiça de São Paulo deu um prazo de 10 dias para o Palmeiras apresentar os documentos da venda do Allan ao Manchester City. A ordem foi dada pela juíza Marcella Leal Restum, da 5ª Vara Cível Central. O clube paulista não é réu, ele entrou no caso apenas porque precisa, por contrato, repassar parte […]

20 out 2026 - 11h07
(atualizado às 11h07)
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Resumo
A Justiça de SP deu 10 dias para o Palmeiras apresentar documentos da venda de Allan ao Manchester City, avaliada em 40 milhões de euros. O clube não é réu, mas precisa esclarecer os repasses ao Figueirense, que tem direito a 10% do valor líquido (cerca de R$ 21 milhões). Essa fatia do time catarinense é alvo de disputas judiciais e penhoras movidas por credores, incluindo a M&F Investimentos, que cobra uma dívida milionária, o Athletico Paranaense e uma ação trabalhista.
Allan é anunciado pelo Manchester City
Allan é anunciado pelo Manchester City
Foto: Divulgação/Manchester City / Esporte News Mundo

A Justiça de São Paulo deu um prazo de 10 dias para o Palmeiras apresentar os documentos da venda do Allan ao Manchester City. A ordem foi dada pela juíza Marcella Leal Restum, da 5ª Vara Cível Central. O clube paulista não é réu, ele entrou no caso apenas porque precisa, por contrato, repassar parte da venda do jogador ao Figueirense. A apuração do caso foi feita pelo jornalista Diego Garcia e pela ESPN.

O jogador foi vendido ao time inglês em agosto deste ano por 40 milhões de euros (aproximadamente R$240 milhões). O time catarinense tem o direito a receber 10% do valor líquido da transação (cerca de R$21 milhões), por um acordo feito entre os clubes assinado em maio de 2025, que previa esse repasse e mais uma bonificação de R$750 mil em caso de venda do atleta.

DÍVIDAS DO FIGUEIRENSE

Em 2018, o Figueirense recebeu um empréstimo de R$ 3 milhões da Sport Partners. Como garantia, a empresa recebeu todas as receitas do futebol do clube, incluindo a venda de atletas, mas o valor não foi pago. Em 2022, o crédito foi vendido à M&F Investimentos, que cobra uma dívida de R$ 36,6 milhões ao clube.

Um dia após a venda de Allan para o City, a M&F Investimentos conseguiu penhorar a parte do Figueirense na venda. Posteriormente, o clube paulista informou ao tribunal que mais dois credores haviam solicitado o bloqueio dos valores, sendo um deles o Athletico Paranaense, referente a uma dívida de R$ 7,4 milhões. O outro é fruto de processo trabalhista.

Esporte News Mundo
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