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Futebol Internacional

Amistoso entre Espanha e Egito vira caso de polícia após cânticos islamofóbicos

Torcedores da Espanha transformaram o RCDE Stadium em um palco de ataques xenofóbicos. O preconceito pode gerar punições.

1 abr 2026 - 12h12
(atualizado às 12h12)
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Foto: Alex Caparros/Getty Images / Esporte News Mundo

Nesta quarta-feira, 1º de abril, a polícia espanhola abriu investigação sobre cânticos islamofóbicos e xenófobos entoados no amistoso entre Espanha e Egito, no RCDE Stadium. O preconceito partiu de torcedores espanhóis, que cantaram "quem não pula é muçulmano".

Autoridades do futebol espanhol e do governo criticaram a atitude dos torcedores da Espanha. Um exemplo é o ministro da Justiça, Félix Bolaños, que se opõe ao avanço da extrema direita.

"Insultos e cânticos racistas nos envergonham como sociedade. A extrema direita não deixará nenhum espaço livre de seu ódio, e aqueles que permanecem em silêncio hoje são cúmplices", escreveu Bolaños.

O amistoso entre Espanha e Egito terminou 0 a 0. Durante o jogo preparatório para a Copa do Mundo, mensagens apareceram no telão para lembrar os torcedores que atos racistas e xenófobos é crime. Mesmo assim, os cânticos continuaram.

O técnico da Espanha, Luis de la Fuente, condenou o comportamento dos torcedores espanhóis. "Eles não representam o futebol. Se aproveitam do futebol, como fazem em outras áreas da vida. Precisamos isolar essas pessoas da sociedade", declarou.

Vale destacar que Lamine Yamal, o principal jogador da Espanha, tem origem muçulmana. A ofensa também foi direcionada a ele.

Esporte News Mundo
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