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Família de Eliza Samudio cobra regime fechado após prisão do goleiro Bruno

Representante da família disse que Sônia Samudio recebeu notícia com alívio; Ex-jogador foi preso em ação conjunta das polícias do RJ e de MG

8 mai 2026 - 11h46
(atualizado às 11h48)
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Ex-goleiro estava foragido há cerca de dois meses –
Ex-goleiro estava foragido há cerca de dois meses –
Foto: Divulgação/PMERJ - Legenda: Polícia prende goleiro Bruno Fernandes / Jogada10

A família de Eliza Samudio recebeu com alívio a notícia da nova prisão de Bruno Fernandes na noite dessa quinta-feira (7), em São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro. Condenado pela morte da modelo, o ex-goleiro do Flamengo acabou detido após cerca de dois meses na condição de foragido da Justiça por descumprimento de regras da liberdade condicional.

Segundo Maria do Carmo, representante legal da família e madrinha de Bruninho, filho de Eliza com o ex-jogador, dona Sônia Samudio havia sido informada sobre a prisão ainda na noite de quinta-feira. Ela afirmou que agora os familiares aguardam o retorno do condenado ao regime fechado após novos desdobramentos do caso.

"Estamos muito, muito aliviadas. Só espero realmente que, primeiro, ele vá para o regime fechado, porque ele fica rindo da cara da Justiça, de todo mundo. Ri como se o que ele tivesse feito não fosse grave. E que dessa vez ele entenda que precisa cumprir a lei, que precisa ter endereço fixo e precisa pagar pensão. Ele precisa ter responsabilidade, coisa que ele nunca teve", afirmou Maria do Carmo.

Ex-goleiro estava foragido há cerca de dois meses –
Ex-goleiro estava foragido há cerca de dois meses –
Foto: Reprodução / Jogada10

Bruno Fernandes estava foragido da Justiça

O mandado de prisão havia sido expedido em 5 de março, depois de a Vara de Execuções Penais entender que Bruno descumpriu condições impostas pela liberdade condicional. Entre as irregularidades estão uma viagem ao Acre sem autorização e o não retorno ao regime semiaberto dentro do prazo determinado pela Justiça.

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, o ex-jogador deixou de atualizar o endereço por três anos, descumpriu horários de recolhimento e frequentou locais proibidos. A ida ao Maracanã, durante um jogo do Flamengo em fevereiro, sustenta uma das provas quanto ao descumprimento. O órgão ainda apontou viagens não autorizadas para Minas Gerais.

Em 2013, Justiça condenou o ex-goleiro, preso desde 2010, a mais de 22 anos de prisão por homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado. Ele permaneceu em regime fechado até 2019, avançou ao semiaberto e recebeu liberdade condicional em 2023.

A prisão

A Polícia Militar encontrou o ex-goleiro no bairro Porto da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Ainda segundo agentes, ele não resistiu à prisão e colaborou com os agentes durante toda a abordagem.

Inicialmente, os agentes encaminharam Bruno à 125ª Delegacia de Polícia, em São Pedro da Aldeia, onde teve o mandado cumprido. O caso então seguiu para a 127ª DP, em Búzios, responsável pelos procedimentos legais.

A ação que resultou na prisão reuniu o setor de inteligência do 25º BPM, de Cabo Frio, e o serviço de inteligência da Polícia Militar de Minas Gerais.

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Jogada10
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