Fluminense admite vender joias da base ainda em 2015
O mercado europeu está de olho em algumas promessas do Fluminense. O Vale das Laranjeiras segue produzindo novas safras, e o meia Gerson e o atacante Kenedy, por exemplo, têm despertado a cobiça internacional. Mesmo com contratos longos e multas milionárias, as joias não terão vida longa no time tricolor.
O vice-presidente de futebol, Mario Bittencourt, admite que vender um ou dois jogadores é inevitável para manter a folha em dia, além de pagar dívidas feitas em outras gestões.
“Já tem gente de olho neles antes da estreia no profissional. O Fluminense recebeu uma série de propostas quando eles estavam nas seleções de base. A ideia do presidente é que eles fiquem até o ano que vem e possam disputar o Brasileiro e o Estadual, no ano que vem, mas clube de futebol tem dívidas a pagar. Temos que pagar o passado com o dinheiro do presente. Por isso, às vezes, temos que nos desfazer de um ou dois atletas”, ressaltou Bittencourt.
Além de Gerson e Kenedy, Robert e Marlon também entraram no radar dos clubes europeus. A Juventus estaria disposta a pagar pelo meia Gerson, de apenas 17 anos, € 7 milhões (cerca de R$ 20 milhões).
Gerson tem contrato com o Fluminense até 2019 e os seus direitos econômicos são divididos entre Fluminense (60%) e um fundo de investimentos ligado ao Manchester City, da Inglaterra.
Robert também tem contrato com o clube tricolor até 2019. Kennedy tem vínculo com o Fluminense até 2018 e Marlon, que é apontado como o novo Thiago Silva, até 2017.