Árbitro da final da Copa do Mundo já foi detido em festa com drogas, armas e prostitutas
Escolhido para apitar a decisão da Copa do Mundo, Slavko Vincic voltou aos holofotes por episódio ocorrido durante uma operação policial em 2020
O árbitro esloveno Slavko Vincic, escolhido pela Fifa para apitar a final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina, voltou ao centro das atenções por um episódio ocorrido em 2020. Na ocasião, a polícia o deteve durante uma operação realizada em uma festa na cidade de Bijeljina, na Bósnia e Herzegovina, onde também encontrou drogas, armas e prostitutas.
Durante a ação, os policiais conduziram 35 pessoas para prestar esclarecimentos como parte de uma investigação sobre uma rede de tráfico de drogas. Além disso, a operação apreendeu dez pistolas, aparelhos eletrônicos, cerca de 10 mil euros em dinheiro e 14 pacotes de cocaína. No entanto, apesar de ter sido levado para depor, Slavko Vincic não ficou entre os 15 investigados presos ao fim da operação. Por isso, o árbitro deixou a delegacia após prestar esclarecimentos às autoridades.
Ao comentar o episódio, o árbitro afirmou que participou do encontro por acreditar que se tratava de um compromisso profissional. Segundo Slavko Vincic, "Tenho minha própria empresa e estava na Bósnia e Herzegovina para uma reunião de negócios e aceitei um convite para almoçar, que acabou sendo meu maior erro. Me arrependo. Estava sentado à mesa com minha empresa, chegou a polícia e o que aconteceu, aconteceu", afirmou. Em seguida, o árbitro voltou a explicar sua versão sobre o caso.
Em seguida, Slavko Vincic voltou a negar qualquer envolvimento com o grupo investigado e reforçou que prestou depoimento apenas como testemunha. "Não tenho ligação com o grupo que foi preso e detido, nem os meus sócios. Eles nos levaram à polícia, pediram depoimento como testemunhas e quando descobriram que nem os conhecíamos, pudemos ir", declarou.
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