Script = https://s1.trrsf.com/update-1781903735/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Futebol

Publicidade

Como joga a Escócia? Conheça os pontos fortes e fracos da rival do Brasil

A rival da Amarelinha vive uma crescente nos últimos anos

24 jun 2026 - 12h35
(atualizado às 12h47)
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Esporte News Mundo

O Brasil enfrenta a Escócia, pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, nesta quarta-feira (24). O adversário da Amarelinha voltou à competição depois de 28 anos e agora trava um confronto direto pela classificação.

Apesar de a Seleção liderar a chave, com quatro pontos, um a mais que os escoceses, a Amarelinha ainda não está matematicamente garantida no mata-mata. Por outro lado, a Tartan Army ocupa a terceira colocação, com três pontos da vitória por 1 a 0 sobre o Haiti, na primeira rodada.

A rival do Brasil de logo mais conta com um trabalho longevo do técnico Steve Clarke, que tem quebrado tabus nos últimos anos.

Quebradores de tabu

O ex-zagueiro e assistente de José Mourinho durante sua primeira passagem pelo Chelsea assumiu o cargo em 2019 em um momento completamente oposto do atual. Os escoceses vinham de uma derrota embaraçosa para o Cazaquistão, nas eliminatórias da Euro, e corriam um sério risco de ficar fora da competição.

Clarke organizou a seleção e conquistou resultados importantes para levar a equipe para a repescagem, que, mesmo não sendo favorita, venceu a Sérvia para voltar a disputar uma fase final de competição após 18 anos. No mesmo ciclo, os escoceses viram sua esperança de voltar ao mundial acabar em uma derrota para a Ucrânia, em casa.

A federação optou por renovar com o técnico para esse ciclo e colheu resultados. Apesar de altos e baixos, os escoceses foram para outra Euro, batendo a Espanha, que depois veio a se sagrar campeã, e a Noruega nas eliminatórias. Por outro lado, foram rebaixados na Liga das Nações ao perder para a Grécia, na repescagem.

McTominay comemorando um dos gols da vitória sobre a Espanha
McTominay comemorando um dos gols da vitória sobre a Espanha
Foto: Ian MacNicol/Getty Images / Esporte News Mundo

Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, a Escócia travou um duelo particular com a Dinamarca pela vaga direta na sua chave e, por conta disso, as duas equipes chegaram na última rodada empatadas, com os escoceses precisando vencer. Em uma partida dramática, a Tartan Army venceu por 4 a 2, com dois gols na reta final, no Hampden Park, e voltou a disputar uma Copa do Mundo depois de 28 anos.

Mudança de formação

Sob o comando de Steve Clarke, a Escócia ficou conhecida por jogar com esquema com três zagueiros. Por conta disso, o técnico sempre optou por variar entre um 3-1-4-2 ou 3-4-1 nos seus primeiros anos.

No entanto, desde a última Eurocopa, a seleção mudou o esquema e passou a alternar entre 4-4-2 ou 4-3-3. Muito disso passa pelo surgimento de jogadores criativos, como Lewis Ferguson, capitão do Bologna, e Ben Ganon Doak, do Bournemouth.

Doak (esquerda) e Ferguson (direita) durante treino da Escócia (
Doak (esquerda) e Ferguson (direita) durante treino da Escócia (
Foto: Leonardo Fernandez/Getty Images / Esporte News Mundo

Por conta disso, a Escócia deixou de ser uma seleção mais defensiva e passou a ser mais flexível taticamente. Além disso, ganhou a criatividade e a velocidade.

Destaques e calcanhar de Aquiles

O quinteto: McTominay, Christie, McGinn, Robertson e Tierney compõe um grupo que está há quase uma década sendo chamado para a seleção e acompanha Steve Clarke desde o início Eles são considerados a espinha dorsal.

Apesar de Robertson ser o capitão e John McGinn aparecer em momentos decisivos, nenhum dos dois é tão importante como Scott McTominay. O meia é o único da espinha dorsal que não nasceu no país e é a principal válvula criativa no ataque.

McTominay não ocupa uma zona fixa dentro do campo, joga mais avançado e seus movimentos variam entre aproximações com volantes, ocupação dos espaços e apoio aos atacantes. Além disso, o destaque do Napoli é um jogador que aparece em momentos decisivos, sendo um dos artilheiros nas eliminatórias para o mundial.

McTominay comemorando a classificação da Escócia para a Copa do Mundo de 2026
McTominay comemorando a classificação da Escócia para a Copa do Mundo de 2026
Foto: Stu Forster/Getty Images / Esporte News Mundo

Por outro lado, a Escócia também na meta seu principal calcanhar de Aquiles. Angus Gunn, terceiro goleiro do Nottingham Forest, alterou com o veterano Craig Gordon, de 43 anos no ciclo, mas nenhum dos dois é titular em seus respectivos times.

A referência do ataque tem sido outra dor de cabeça para Steve Clarke. Lyndon Dykes e Che Adams têm alterado na posição, mas nenhum dos dois é unanimidade. Por outro lado, Lawrence Shakland ganhou mais espaço e Ross Stewart, destaque do Southampton, foi uma das surpresas da convocação para o mundial.

Esporte News Mundo
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra