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Veja como foi o planejamento do Flamengo para superar a altitude na Libertadores

Rubro-Negro estreou com vitória sobre o Cusco, no Peru, em mais de 3 mil metros acima do nível do mar

9 abr 2026 - 11h39
(atualizado às 12h10)
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Flamengo somou três pontos no primeiro jogo da Libertadores –
Flamengo somou três pontos no primeiro jogo da Libertadores –
Foto: Gilvan de Souza / Flamengo / Jogada10

O Flamengo superou com maestria o desafio de encarar os 3.350 metros acima do nível do mar em sua estreia na Libertadores. Além do placar de 2 a 0 contra o Cusco FC na noite de quarta-feira, a sólida performance no estádio Garcilaso de la Vega confirmou a eficácia da estratégia rubro-negra para enfrentar a temida altitude.

Embora a medicina esportiva recomende que times desacostumados cheguem ao local apenas poucas horas antes da partida, o clube carioca optou por um caminho distinto. Nesse sentido, a delegação desembarcou em Cusco com 22 horas de antecedência e pernoitou na cidade. Para viabilizar essa escolha, a diretoria apostou em um hotel com quartos "pressurizados", cujas tubulações aumentam a entrada de oxigênio e reduzem a sensação de altitude em cerca de 1.000 metros.

Somado a isso, o planejamento incluiu o uso de cilindros de oxigênio no vestiário do estádio. Como resultado, a comissão técnica avaliou positivamente a resposta física dos atletas, sendo que alguns utilizaram o recurso no intervalo por precaução. O zagueiro Léo Pereira detalhou a experiência após o confronto.

Flamengo somou três pontos no primeiro jogo da Libertadores –
Flamengo somou três pontos no primeiro jogo da Libertadores –
Foto: Gilvan de Souza / Flamengo / Jogada10

"A gente usou oxigênio, eu também usei. Tentamos as manobras que temos para ajudar. Toda ajuda é bem-vinda, eles (médicos) estudam e sabem melhor do que nós, a gente só obedece e tenta fazer o nosso melhor. Acho que conseguimos nos comportar bem diante de todas as adversidades na altitude. Estávamos bem concentrados e entramos sabendo o que tinha que fazer: um jogo inteligente, porque a altitude pesa em determinados momentos do jogo, ainda mais se você ficar forçando muito a bola e quiser imprimir velocidade. Tentamos controlar um pouco o jogo. O saldo é positivo", contou.

Cansaço maior em alguns atletas

Apesar do sucesso geral, o desgaste físico atingiu alguns jogadores de forma mais visível durante os 101 minutos de partida. Por exemplo, Bruno Henrique e Ayrton Lucas demonstraram cansaço acentuado na reta final.

Ainda assim, o técnico Leonardo Jardim manteve o lateral em campo até o apito final, enquanto substituiu o atacante por Pedro apenas aos 39 minutos do segundo tempo. Em determinado momento, o treinador chegou a cogitar a entrada de Varela na ala esquerda, mas desistiu da alteração nos instantes derradeiros.

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