Flamengo divulga fotos do bustos de Bruno Henrique e Arrascaeta
Craques receberão homenagem - ainda em produção - em novembro; Rubro-Negro explica criação dos monumentos aos ídolos
O Flamengo divulgou a produção dos bustos de Bruno Henrique e Arrascaeta, que serão instalados na Gávea em novembro. Criadas pelo escultor Edu Santos por meio de escaneamento 3D e modelagem em argila, as peças em bronze trazem até as tatuagens dos atletas em relevo. A iniciativa integra a plataforma Nação Legado e terá destaque no leilão beneficente Lance Histórico, no Maracanã, onde 21 torcedores poderão arrematar o direito de gravar seus nomes nos pedestais dos ídolos rubro-negros.
Bruno Henrique e Giorgian de Arrascaeta podem atingir novo patamar de idolatria no Flamengo nesta quinta-feira (22/10), quando o Rubro-Negro recebe o Estudiantes (ARG) visando confirmar vaga na final da Libertadores. E o clube deu uma "provinha" das homenagens que os craques receberão em novembro: divulgou fotos da produção de seus bustos na Gávea, sede do Flamengo na Zona Sul do Rio de Janeiro.
E neste dia de possível classificação histórica para uma sexta final, o próprio Flamengo explicou a realização da celebração aos seus ídolos. Afinal, as obras fazem parte da "Nação Legado", plataforma criada para reafirmar a história do clube e conectar diferentes gerações de torcedores. A primeira iniciativa, dessa forma, é o Lance Histórico, jantar e leilão beneficente que será realizado no dia 30 de outubro, no Maracanã.
Os bustos de de Arrascaeta e Bruno Henrique representam a homenagem aos ídolos do presente e terão um papel central no leilão. Isso porque, ainda de acordo com a publicação do Flamengo, 21 rubro-negros conquistarão o direito de eternizar seus nomes nos pedestais das esculturas. O responsável pelas obras é o escultor Edu Santos, paulista de Piracicaba, e realizador dos bustos dos campeões mundiais expostos na Gávea e da estátua de Zico.
Trabalho artesanal na criação dos bustos
A criação dos bustos começou com um processo de escaneamento tridimensional dos jogadores. Utilizando um equipamento de engenharia reversa, o escultor conseguiu captar com precisão as medidas e os volumes, gerando uma espécie de malha digital de cada atleta.
A partir dessas informações, foram produzidos modelos por impressão 3D, que serviram de base para a etapa seguinte: a modelagem manual em argila sintética, momento em que a mão do artista substitui a tecnologia e passa a dar vida aos monumentos. Um grande desafio foi reproduzir as tatuagens dos jogadores. Como o bronze não permite o mesmo tratamento visual da tinta sobre a pele, Edu precisou encontrar uma alternativa artística para preservar os desenhos.
"A tatuagem é de tinta sobre a pele. No bronze, porém, não é possível fundir e depois gravar por conta da perda de qualidade. Então, transformei a tatuagem em relevo. O que era desenho ficou em alto-relevo e as letras foram trabalhadas em baixo-relevo", explicou Edu.
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