Técnico do Benin lamenta postura da Argentina na despedida de Messi
Gernot Rohr reclama que seus jogadores não conseguiram fotos ou lembranças após o amistoso no Monumental de Núñez
Gernot Rohr, técnico do Benin, criticou a postura da Argentina e a segurança do Monumental de Núñez após a derrota por 3 a 0, em amistoso que marcou a despedida de Lionel Messi. O treinador lamentou o bloqueio que impediu seus atletas de trocarem camisas e interagirem com os rivais nos vestiários. Apesar de conseguir um autógrafo de Lionel Scaloni e valorizar a rica experiência internacional para sua equipe, Rohr lamentou a falta de atenção dispensada aos jogadores beninenses.
Gernot Rohr, técnico da seleção de Benin, criticou a postura da Argentina e a atuação da segurança do Monumental de Núñez após o amistoso entre as equipes, na terça-feira (6). A partida marcou a despedida de Lionel Messi da seleção argentina e terminou com vitória da Albiceleste por 3 a 0.
Em entrevista à rádio francesa RMC Sport, Rohr reclamou das dificuldades que seus jogadores enfrentaram para conseguir lembranças do confronto em Buenos Aires. Segundo o treinador alemão, os atletas de Benin tentaram guardar recordações de uma noite especial, mas não receberam a mesma atenção que esperavam.
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"Estamos muito felizes por fazer parte da história, especialmente por se tratar de uma lenda do futebol como Lionel Messi. Estar neste jogo no Monumental foi uma aventura extraordinária para os meus jovens jogadores. O único ponto negativo foi que os argentinos não deram nada aos nossos jogadores. Nem mesmo uma foto com o Messi", disse.
Experiência única para os atletas
Apesar das críticas, Rohr destacou a importância do duelo para sua equipes. O comandante classificou a partida como "fantástica" e avaliou a experiência como muito rica para o elenco no cenário internacional.
O próprio treinador conseguiu uma lembrança especial. Cerca de 30 minutos após o apito final, Rohr encontrou Lionel Scaloni e pediu um autógrafo em uma camisa. O técnico da Argentina atendeu ao pedido, mas os jogadores de Benin não tiveram a mesma oportunidade.
"Queríamos trocar camisas, mas não conseguimos nenhuma. Não nos deixaram nem entrar no corredor dos jogadores deles. A segurança estava barrando todos. Meus jogadores estavam com suas camisas (nas mãos) tentando trocar com os jogadores argentinos. Tentamos de tudo, mas foi em vão. Consegui dar minha camisa do Messi de 2018 para o técnico. Ele me pediu para autografá-la e depois me devolveu. Esperei meia hora, mas não foi nada demais", concluiu.
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