Conselho aprova renovação de Memphis Depay com Corinthians
Miguel Marques, presidente do Cori, afirma que "redução de valores" pesou para o aval. Renovação só depende de Osmar Stabile
O Conselho de Orientação (Cori) do Corinthians aprovou o novo contrato do atacante Memphis Depay em reunião nesta segunda-feira (17/8). A decisão final sobre a renovação cabe ao presidente Osmar Stabile, que retomou a negociação depois de encerrá-la e quis dividir a responsabilidade com o órgão do Conselho Deliberativo. O encontro durou mais de três horas e ocorreu de forma híbrida.
Miguel Marques, presidente do Cori, afirmou que o órgão recomendou a renovação do contrato com Depay foi "devido à a redução de valores, mais do que duas empresas que estão ajudando". Alémd isso, afirmou que se fosse mantido o contrato inicial, a renovação não seria viável.
O CORI é um órgão estatutário de caráter consultivo do Corinthians. Entre suas atribuições estão analisar, acompanhar e orientar a diretoria executiva e a presidência em questões administrativas, financeiras e políticas do clube. O Órgão, porém, não tem poder para vetar negociações ou obrigar a diretoria a seguir suas recomendações.
Pessoas próximas ao jogador entendem que o acordo está avançado, restando apenas o "ok" do Corinthians, assim como ocorreu na primeira tratativa, que acabou frustrada.
Caso Memphis e Osmar assinem o novo contrato, o jogador deverá se reapresentar imediatamente no CT Joaquim Grava e ficar à disposição da comissão técnica. Existe, aliás, a possibilidade de o camisa 10 entrar na relação para o jogo contra o Rosario Central, nesta quinta-feira (20).
A negociação do Corinthians com Memphis
O Corinthians reabriu as conversas com Memphis depois de Stabile anunciar, na última terça-feira (11/8), a retirada da proposta de renovação. O pedido para retomar as tratativas partiu do próprio jogador, que criou uma relação próxima com o clube e não deseja deixar o Brasil neste momento da carreira.
A partir disso, Memphis aceitou flexibilizar as condições de pagamento. Do outro lado, a diretoria corintiana tenta reduzir em aproximadamente R$ 30 milhões o custo total do novo vínculo, atualmente estimado em R$ 157 milhões. O valor inclui os R$ 42 milhões referentes à dívida do contrato anterior.
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