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Rayan destaca orientação de Ancelotti e reforça pressão alta como base da Seleção na Copa

Sexto jogador mais jovem a atuar pela Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo, o atacante Rayan detalhou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira, em Nova Jersey, como vem sendo sua função dentro do modelo tático da equipe comandada por Carlo Ancelotti. O ex-jogador do Vasco da Gama foi um dos nomes acionados para explicar o comportamento ofensivo e […]

26 jun 2026 - 18h43
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Foto: Julio Aguilar/Getty Images / Esporte News Mundo

Sexto jogador mais jovem a atuar pela Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo, o atacante Rayan detalhou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira, em Nova Jersey, como vem sendo sua função dentro do modelo tático da equipe comandada por Carlo Ancelotti.

O ex-jogador do Vasco da Gama foi um dos nomes acionados para explicar o comportamento ofensivo e defensivo da equipe na competição, especialmente na fase de pressão alta.

Questionado sobre seu principal ponto forte dentro da Copa, Rayan foi direto ao apontar a evolução no jogo sem bola como fator determinante para ganhar espaço no elenco.

— Como todo mundo vê nos jogos, acho que a minha parte defensiva vem evoluindo desde o ano passado. Ele pede para a gente marcar primeiro para depois jogar. Essa parte é muito importante para quem está mais perto do gol — explicou.

O atacante citou ainda uma jogada específica como exemplo do modelo adotado pela Seleção: a origem do gol de Vinícius Júnior contra a Escócia, construído a partir de uma recuperação de bola no campo ofensivo.

A ideia de Ancelotti, segundo o jogador, é transformar os atacantes em primeiros defensores, iniciando a pressão ainda na saída de bola adversária. Esse comportamento, de acordo com Rayan, se torna ainda mais importante em jogos eliminatórios.

Com a Seleção avançando para o mata-mata, o atacante destacou o aumento da responsabilidade e a redução da margem de erro.

— A gente sabe que na fase de grupos qualquer erro pode ser corrigido, mas agora é matar ou morrer. O Japão é qualificado, mas temos um grupo incrível — afirmou.

O Brasil enfrenta o Japão na próxima segunda-feira, às 14h (de Brasília), pela segunda fase da Copa do Mundo. Rayan reforçou que a preparação ao longo da semana tem sido focada na intensidade e na organização defensiva, pontos considerados decisivos pela comissão técnica.

Ele também respondeu sobre o comportamento da equipe quando Vinícius Júnior afunda pelos lados e cria superioridade individual. Segundo o atacante, o movimento coletivo é treinado para aproveitar essas situações de desequilíbrio, com aproximação dos atacantes à área para possíveis sobras.

— A gente sabe do que o Vini pode fazer no um contra um. Quando ele está com a bola, a gente procura chegar mais perto da área porque pode sobrar — explicou.

Para Rayan, a consistência defensiva e a compactação entre os setores são hoje as bases que sustentam o desempenho da Seleção no Mundial.

Esporte News Mundo
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