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Campeões em 1994 minimizam influência do calor em decisão

27 jun 2014 17h19
| atualizado às 17h20
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Márcio Santos sobre Brasil x Chile: "calor e horário difícil":

Jogar a partida de oitavas de final da Copa do Mundo contra o Chile às 13h (de Brasília) não será necessariamente um problema para a Seleção Brasileira neste sábado, no Mineirão, em Belo Horizonte. Na opinião de Márcio Santos e Aldair, zagueiros que participaram da conquista do tetra mundial em 1994, outros fatores como o cansaço farão mais diferença do que o calor.

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Dos 23 convocados pelo técnico Luiz Felipe Scolari, somente quatro atuam no futebol brasileiro: Jô (Atlético-MG), Victor (Atlético-MG), Fred (Fluminense) e Jefferson (Botafogo). Ao clima quente, estes remanescentes estão acostumados a jogar. Ao horário da partida, às 13h, os “europeus” estão mais habituados. Afinal de contas, atuar neste horário é comum nos Campeonatos Italiano, Francês e Espanhol, por exemplo.

<p>Tetracampe&atilde;o Aldair jogou partidas sob forte calor em 1994</p>
Tetracampeão Aldair jogou partidas sob forte calor em 1994
Foto: Mauro Pimentel / Terra

Jogar cedo não é novidade para o Brasil em Copa do Mundo. Em 1994, na conquista do tetracampeonato, nos Estados Unidos, o Brasil jogou sob forte calor nas oitavas e na final, em São Francisco e Los Angeles, respectivamente. As duas partidas aconteceram às 12h35 (horário local) diante dos EUA e Itália.

Para o ex-zagueiro Márcio Santos, o que pesa mais é ficar sem férias. “Todos os jogos de 94 foram na hora do almoço ou à tarde. Quem é europeu sente mais por conta do frio. O que bate mesmo é o cansaço de várias temporadas. A marcação fica mais solta por isso também. Fiquei cinco meses sem férias quando atuava na Europa porque ora tinha que atuar na Copa América, ora Copa do Mundo ou Copa das Confederações. Isso cansa e reflete em campo. É temporada em cima de temporada”, avaliou o tetracampeão.

“A maioria atua fora do país e isso não vai ser desculpa. Não é um horário cômodo, mas nascemos no Brasil e o calor faz parte da nossa vida. Já passamos isso nos Estados Unidos”, lembrou Aldair, que fez dupla com Márcio Santos. O ex-zagueiro da Roma viveu a mesma ansiedade do time brasileiro às vésperas da Copa. “O dia anterior é mais agitado porque você sabe que tem um jogo importante no dia seguinte e fica na expectativa pelo jogo”, recordou Aldair.

Ouça as principais músicas do Mundial:

Fonte: Fazevedo Produções Artísticas e Eventos Ltda Fazevedo Produções Artísticas e Eventos Ltda
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