Ancelotti diz que reza para Seleção Brasileira não ter mais lesões antes da Copa do Mundo
Treinador perdeu Rodrygo, Éder Militão e Estêvão para lesões
Carlo Ancelotti tem enfrentado um problema sério enquanto prepara a lista de 26 jogadores que vão representar a Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Nos últimos meses, ele perdeu para lesões três de seus principais nomes: Rodrygo, Éder Militão e Estêvão.
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O temor por novas baixas é tamanho que o treinador brincou que reza para que não tenha novas lesões entre seus convocados ao ser questionado em entrevista ao The Guardian: “Ah, sim [rezo para que as lesões parem]”, disse, antes de continuar a resposta.
“É uma preocupação. Já tivemos três lesões graves. Espero que não tenhamos mais problemas antes da Copa do Mundo”, continuou o treinador italiano.
A brincadeira foi feita enquanto Ancelotti destacava a religiosidade do povo brasileiro, algo que ele tem como um aspecto de sua vida.
“A religião me ensinou coisas boas, como me comportar na vida, como respeitar os outros. Sou católico e a religião tem sido muito importante para mim e me ensinou a ser uma boa pessoa no mundo”, explicou.
Se perdeu três de seus principais jogadores nos últimos meses, Ancelotti tem em um velho conhecido a esperança de decidir jogos difíceis. O técnico, porém, prefere tirar a pressão do camisa 7 do Real Madrid.
“A responsabilidade que ele carrega pelo Brasil é enorme, especialmente nos últimos tempos. Essa responsabilidade pode ser um fardo para ele. Nosso trabalho na Seleção é aliviar um pouco esse peso para que ele possa jogar com alegria, energia e todas as qualidades que possui”, destacou.
Com Vinícius Júnior como esperança do torcedor brasileiro, Ancelotti reforçou o poder de decisão do atacante, mas negou que a Seleção Brasileira precise ter um craque declarado.
“Vejo o Vinícius como o via no Real Madrid: um jogador espetacular e uma pessoa espetacular que pode decidir uma partida sozinho. Ele será muito importante para o Brasil na Copa do Mundo. Mas ser o número 1? O craque? Não precisamos de um número 1. Não podemos focar tudo em apenas um jogador. Precisamos pensar como um time. Essa é a única maneira de ganhar a Copa do Mundo”, completou.

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