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Fórmula Indy

Rod Reid detalha trabalho com Lyn St. James por maior inclusão no esporte: "Incansável"

Com exclusividade ao GRANDE PRÊMIO, fundador e chefe da Force Indy deu mais detalhes de trabalho "incansável" por maior inclusão - negra e feminina - no automobilismo. Para isso, conta com a ajuda de Lyn St. James e, também, Beth Paretta

21 jul 2022 - 12h00
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Foto: Force Indy Race Team / Grande Prêmio

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Fundador e chefe da Force Indy, equipe que compete na Indy Lights em 2022 e trabalha para promover maior inclusão no esporte, Rod Reid concedeu entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO e revelou que conta, intencionalmente, com uma equipe de assessoria de imprensa fundada por uma mulher negra e que conta exclusivamente com funcionáriAs igualmente negras.

"Quando começamos (com a Force Indy), eu sabia que teríamos que ter uma empresa de relações públicas, alguém para trabalhar em nossas mídias sociais. Procurei uma empresa com donos afro-americanos ou latino-americanos, e eu disse: 'quero contratá-los para fazer o trabalho', e adivinhem? Ninguém entendia de automobilismo. Eles tinham excelentes credenciais em outras áreas de RP, mas não no esporte a motor. Quando conversei com Tracy (Hughes, fundadora da Tracey Royal Communications), disse: 'ei, você acha que gostaria de trabalhar com automobilismo?' e ela respondeu: 'o que é automobilismo?'. Ela é absolutamente incrível, porque depois de um mês inteiro, veio até mim: 'Rod, eu vou concordar em trabalhar com você por um mês, sem despesas, nada, eu só quero aprender e ver se isso é algo que eu posso fazer'", revelou. E deu certo.

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Mas para além da representatividade, entretanto, é necessário também, conversar com quem está na linha de frente na luta por maior inclusão feminina no automobilismo: dar protagonismo, portanto, às mulheres que têm ações nesse sentido. No caso de Rod Reid, a conversa é com ícones do esporte a motor americano.

"Falo constantemente com Lyn St. James e Beth Paretta sobre toda essa percepção da qual elas lutam: de que as mulheres deveriam estar nas arquibancadas com seus coquetéis, e só no círculo de vencedores para beijar o piloto - e foi assim por anos, e anos e anos. Se você somar isso ao trabalho que estamos fazendo para tentar alcançar mulheres jovens e conversar com elas sobre educação e carreiras no volante, acho que elas (pessoas) estão começando a notar", afirmou.

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DIXON PARTE RUMO AO HEPTA DA INDY: É POSSÍVEL?

"Mas acho que as iniciativas que Lyn (St. James) está fazendo, colocando mulheres no local de trabalho para o automobilismo - e fazendo com que isso se traduza em equipes e pilotas; e novamente, Beth Paretta, que está trabalhando incansavelmente na Paretta Autosport (equipe exclusivamente feminina) para tentar apoiar o time… estaremos juntos delas e tentando ser essa representação, onde as meninas possam chegar e ver: 'oh, eu posso ser como elas'", completou o fundador da Force Indy.

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