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Presidente de clube sul-americano detona gigante do Brasileirão e afirma que acionará time na Fifa; entenda

Mandatário acusa equipe de inadimplência por negociação passada, critica tentativa de nova contratação e cobra punição da entidade máxima do futebol

12 jan 2026 - 17h09
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Foto: Esporte News Mundo

O Atlético-MG virou alvo de duras críticas públicas por parte de Jorge Uauy, presidente do Palestino, do Chile.

Em entrevista concedida ao jornal chileno La Tercera, o dirigente classificou como "absurda" a postura do clube brasileiro ao negociar a contratação do meia Lucas Assadi, da Universidad de Chile, mesmo tendo, segundo ele, uma dívida em aberto referente à transferência do zagueiro Iván Román, realizada no ano passado.

De acordo com Uauy, o Galo ainda não quitou valores que totalizam US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 7,5 milhões), referentes à negociação por Iván Román. O presidente afirmou que tomou conhecimento, pela imprensa, de que o Atlético estaria disposto a investir cerca de US$ 5 milhões para contratar Assadi, situação que gerou forte indignação.

"É um absurdo. Fiquei sabendo pela imprensa que a Universidad de Chile está vendendo o Assadi ao Atlético por uma cifra próxima dos US$ 5 milhões. Só que esse clube possui uma dívida vencida com o Palestino de US$ 1,5 milhão. Isso me parece inaceitável", declarou o dirigente chileno.

Segundo Uauy, o Atlético deixou de pagar a primeira parcela do acordo no valor de US$ 500 mil, que venceu em 30 de setembro de 2025, sem sequer entrar em contato para justificar o atraso. Ele explicou ainda que uma segunda parcela vence em 30 de janeiro, enquanto a terceira tem vencimento marcado para 30 de abril.

Diante do atraso inicial, o Palestino decidiu acionar a Fifa para cobrar o valor integral da negociação. "Já iniciamos uma demanda contra o Atlético na Fifa pelo valor total, já que, quando uma parcela está atrasada, eles costumam acelerar o pagamento", afirmou.

O presidente foi além e disse esperar que o clube mineiro sofra um transfer ban, citando como exemplo recente o caso da LDU, que foi impedida de registrar novos jogadores após atraso em pagamentos ao Palestino na negociação envolvendo Fernando Cornejo.

Diante da repercussão, o Atlético-MG se manifestou oficialmente ainda na tarde desta segunda-feira (12). Em nota, o clube reconheceu a existência de uma pendência financeira com o Palestino, mas negou que a situação tenha qualquer relação com a tentativa de contratação de Lucas Assadi junto à Universidad de Chile.

"O Atlético esclarece que existem tratativas em andamento para a regularização de pendência financeira com o Palestino, do Chile, e que isso não tem qualquer ligação com a negociação em curso entre o Galo e a Universidad de Chile. A tentativa de vincular uma situação à outra é infundada e maldosa, e não corresponde à realidade dos fatos", diz o comunicado.

Contratado pelo Atlético em fevereiro de 2025, Iván Román ainda não conseguiu se firmar como titular absoluto. O zagueiro soma 16 partidas pelo clube mineiro, a maioria delas após a chegada do técnico Jorge Sampaoli.

Já Lucas Assadi, alvo da polêmica, é considerado uma das principais promessas do futebol chileno. Revelado pela Universidad de Chile, o meia tem contrato até dezembro de 2026 e viveu grande fase na última temporada.

Em 2025, disputou cerca de 30 partidas, com números que variam entre dez e 11 gols, além de seis assistências, dependendo da fonte. A negociação com o Atlético se arrasta há semanas e enfrenta entraves impostos pelo clube chileno, que dificulta um acordo.

Esporte News Mundo
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