Rio - O ex-técnico da seleção chilena Nelson Acosta, que dirigiu a equipe durante o primeiro turno das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002, rebateu nesta quarta-feira as críticas de que seja o responsável pela equipe estar na última colocação da competição atualmente. Após Acosta, o Chile foi dirigido por Pedro García e é treinado no momento por Jorge Garcés.
A imprensa chilena vem lembrando que o trabalho começou errado com Acosta e que as conseqüências estão sendo sentidas agora. Acosta se defendeu dizendo que quando era o treinador, o Chile não estava numa situação tão delicada.
“Está muito claro de quem é a responsabilidade pelos fracassos. Quando deixei a seleção chilena, a equipe somava dez pontos. De lá pra cá só conseguimos um empate”, afirmou Acosta.
Para Acosta, a diretoria da Associação Nacional de Futebol Profissional do Chile (ANFP) não deu tranqüilidade para que ele pudesse trabalhar. “Existia uma grande pressão para que eu deixasse o cargo. A mudança foi feita e hoje ficou provado que ela foi prejudicial. A diretoria da ANFP foi fraca e me demitiu. Se estivesse no comando acho que o Chile teria condições de lutar pela quinta vaga nas Eliminatórias”, afirmou Acosta.