São Paulo - Na véspera da reapresentação do São Paulo, a diretoria ainda não definiu os três reforços prometidos para o técnico Oswaldo Alvarez para a temporada. O meia Adriano, do Olympique, de Marselha, é o nome mais próximo de um acordo. O jogador já acertou salário com o clube e passou o reveillon em Maceió com a família. O São Paulo também definiu o pagamento pelo empréstimo do meia para o clube francês. Por seis meses, o Tricolor pagará US$ 400 mil (cerca de R$ 800 mil).
Segundo Roque, cunhado do jogador, o procurador de Adriano já procura apartamento em São Paulo. O jogador só aguarda a convocação da diretoria para assinar contrato e se apresentar ao novo clube.
Se para o meio-campo o São Paulo está perto de fechar com um reforço, para o ataque a situação é um pouco mais crítica. Kelly, do Atlético-PR e primeiro nome da lista de Vadão para o setor, está praticamente descartado. O segundo nome, que agrada à diretoria, é o de Adhemar. O problema é que o Tricolor resiste ao pedido de R$ 3 milhões feito pelo Azulão.
Segundo o presidente do São Caetano, Nairo Ferreira de Souza, o Monterrey, do México, aceita pagar esse valor. A preferência do atacante, porém, é continuar no futebol brasileiro.
Outros dois hipotéticos parceiros de França são Rodrigão, do Santos e Zé Carlos, do Botafogo. Pelo primeiro, o Santos pede R$ 7 milhões pelo passe ou a simples troca do meia Souza por empréstimo. Por Zé Carlos, o Sampa oferece o goleiro Roger, que está voltando de empréstimo.
Por fim, a diretoria trabalha para trazer um lateral. Cicinho, do Botafogo-SP, um dos nomes cogitados, foi negociado com o Atlético-MG. Daniel, da Ponte Preta, é muito caro (cerca de R$ 4 milhões) e foi descartado. Sem opções, o São Paulo vai consultar o Flamengo para resgatar Pimentel. O clube carioca aceita conversar.